UNIFAVENI - CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
LICENCIATURA PLENA EM QUÍMICA
CURSO DE
GRADUAÇÃO
Reconhecido
pelo ministério da educação
(Código)
Grau: (1451121) Licenciatura em QUÍMICA
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
O Químico
e as atividades laborais no contexto da
industrialização da água
FORTALEZA
2024
UNIFAVENI - CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
LICENCIATURA PLENA EM QUÍMICA
CURSO DE
GRADUAÇÃO
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
O Químico
as atividades laborais no contexto da industrialização da água
RELATÓRIO aPRESENTADO
JUNTO A COORDENAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM QUÍMICA DA UNIFAVENI
COMO REQUISITO PARCIAL PARA A OBTENÇÃO DO TÍTULO DE LICENCIADO PLENO EM
QUÍMICA.
CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
FORTALEZA
2024
UNIFAVENI - CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
LICENCIATURA PLENA EM QUÍMICA
CURSO DE
GRADUAÇÃO
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
O Químico
as atividades laborais no contexto da industrialização da água.
Declaro que sou autor DO PRESENTE
EXPEDIENTE, trabalho de conclusão de
atividades complementares. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e
integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou
integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas
e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados
resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção
deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena
consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total
responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais nos termos do REGIMENTO ACADÊMICO do CENTRO UNIVERSITÁRIO
UNIFAVENI..
César Augusto Venâncio da Silva
______________________________________
E-MAIL: cesarvenancio.neurociencia@gmail.com
UNIFAVENI - CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
LICENCIATURA PLENA EM QUÍMICA
CURSO DE
GRADUAÇÃO
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
O Químico
e as atividades laborais no contexto da industrialização da água.
IV -25. – Química Aplicada.
A química
aplicada é a aplicação do conhecimento químico para atingir um objetivo
específico, ou seja, é a química na prática. Os principais conceitos estudados
na química aplicada são: Densidade;
Solubilidade; Evaporação; Condensação; Difusão de gases; Corrosão e Ácidos e
bases.
A química
aplicada pode ser utilizada em diversas áreas, como petróleo, petroquímica,
farmacêutica, metalúrgica, siderúrgica, álcool, agroindústria, cerâmica, papel
e celulose, e indústria de alimentos.
Também é possível estudar química aplicada em cursos de licenciatura ou
cursos online. A licenciatura em química dá acesso a cursos de mestrado em
áreas científicas variadas, como química, biologia e ciências biomédicas. O
curso.
Para
entendermos a diferença entre Química Pura e Aplicada vamos fazer uma
comparação entre Ciência e Tecnologia. A “química pura” assemelha-se à ciência,
na qual o objetivo principal é a aquisição do conhecimento, estudar sobre a
composição do Universo, descobrir novas substâncias, enfim, o estudo sem uma
aplicação prática. A “química aplicada”, como o próprio nome já retrata, é a
aplicação do conhecimento, é como a tecnologia que utiliza da ciência para
atingir um objetivo específico." – Líria Alves de Souza. Brasil Escola.
A química
aplicada tem seus profissionais trabalhando para empresas privadas, e a forma
de trabalho é a pesquisa específica em curto prazo, por exemplo, colaboração
para o desenvolvimento de uma vacina visando à cura de uma epidemia. Portanto,
é a aplicação direta da química em benefício do homem.
Recomendamos neste estudo conhecer União
Internacional de Química Pura e Aplicada (International Union of Pure and
Applied Chemistry), ou simplesmente IUPAC. Trata-se de uma organização não
governamental (ONG) internacional, dedicada ao avanço da Química que foi criada
em março de 1919, em Genebra. É a autoridade reconhecida no desenvolvimento de
padrões para a denominação (nomenclatura) dos compostos químicos. https://iupac.org/dhtml_home.html
IV -26. – Indiscutível que a Química pode contribuir para melhorias no
tratamento da água.
A Química
é essencial para as melhorias dos processos de tratamento de água. É por meio
de processos físicos e químicos que são retiradas as impurezas da água bruta e
o esgoto bruto se torna efluente final e retorna ao curso do rio. Além disso, a
Química pode contribuir com o desenvolvimento de novos produtos para o
tratamento de água ou esgoto que sejam provenientes de fontes renováveis e que diminuam
a perda de materiais, melhoria dos processos de reuso de água, diminuição do
consumo de energia e produção de resíduos.
O profissional de Química é imprescindível em uma empresa de saneamento,
ou e de envazamento de agua aditivada ou mineral. Podendo atuar em diversas
áreas, como controle operacional, meio ambiente, laboratório de controle de
qualidade e até na área de compras, entre outras. O químico pode trabalhar diretamente nas ETAs
ou nas ETEs [Estações de Tratamento de Esgoto] no controle operacional,
avaliando os parâmetros operacionais de controle como pH, cor, turbidez, cloro
residual livre, flúor, sólidos, fósforo, oxigênio dissolvido, coliformes (que
são indicadores biológicos) e, assim, fazer os ajustes necessários no processo
de tratamento de água ou esgoto”. O
químico deve estar presente no laboratório de controle de qualidade
desenvolvendo metodologias de ensaio, preparando soluções de trabalho,
realizando análises espectrofotométricas, colorimétricas, titulométricas e
cromatográficas. Os químicos também são
responsáveis pela especificação de insumos e reagentes dentro dos laboratórios
e pelo controle metrológico dos processos”.
Os
futuros químicos licenciados pela UNIFAVENI: “Sigam em frente com os seus
planos, porque trabalhar com tratamento de água e esgoto é muito gratificante,
pois garantimos saúde e bem-estar para toda a população.” A Química é fundamental para a transformação
dos hábitos da humanidade, pois o desenvolvimento de processos mais eficientes
diminui a poluição, permite a reciclagem de materiais e a redução da produção
de resíduos, além do desenvolvimento de tecnologias de produção de alimentos e
medicamentos para melhorar a qualidade de vida.”
IV -27. – Método de Envasamento
da Água Mineral.
IV -27.1. – Resumo.
O método
de envasamento da água mineral é essencial para garantir a qualidade, a
segurança e a conservação desse produto tão importante para a saúde e o
bem-estar das pessoas. Ao seguir todas as etapas desse processo de forma
adequada, as indústrias produtoras de água mineral podem oferecer aos
consumidores um produto confiável e de alta qualidade.
O método
de envasamento da água mineral é um processo fundamental na indústria de
bebidas, especialmente na produção e embalagem de água mineral. Esse método
consiste em todas as etapas necessárias para envasar a água mineral em garrafas
ou outros recipientes, garantindo a qualidade e a segurança do produto final.
O método
de envasamento da água mineral desempenha um papel crucial na preservação das
características naturais da água, bem como na garantia da sua qualidade e
segurança para o consumo. É por meio desse processo que a água mineral é
embalada de forma adequada, protegendo-a de possíveis contaminações e mantendo
suas propriedades benéficas.
O método
de envasamento da água mineral envolve diversas etapas, que devem ser seguidas
rigorosamente para garantir a qualidade do produto final. Entre as principais
etapas desse processo, podemos destacar:
IV -27.1.1. Tratamento
da água - Antes de ser envasada, a água mineral passa por um processo de
tratamento, que tem como objetivo remover impurezas e garantir a sua pureza e
potabilidade. Esse tratamento pode incluir a filtração, a desinfecção e a
remineralização da água, de acordo com as normas estabelecidas pelos órgãos reguladores.
IV -27.1.2. Envase -
A etapa de envase consiste no preenchimento das garrafas ou recipientes com a
água mineral tratada. Esse processo pode ser realizado de forma automática, por
meio de máquinas envasadoras, ou manualmente, dependendo da capacidade de
produção da indústria.
IV -27.1.3.
Fechamento das embalagens - Após o envase, as embalagens de água mineral devem
ser devidamente fechadas para garantir a sua integridade e evitar a
contaminação. Esse fechamento pode ser realizado por meio de tampas de rosca,
lacres ou outros sistemas de vedação, dependendo do tipo de embalagem
utilizado.
IV -27.1.4.
Rotulagem e codificação - Uma vez que as embalagens estão fechadas, é
necessário realizar a rotulagem e a codificação dos produtos. Essa etapa envolve
a aplicação de rótulos com informações sobre a marca, o tipo de água mineral, a
validade e outros dados relevantes. Além disso, é comum também a aplicação de
códigos de barras ou outros sistemas de identificação.
IV -27.1.5.
Armazenamento e distribuição - Após todas as etapas anteriores, as embalagens
de água mineral são armazenadas em condições adequadas, garantindo a sua
conservação até o momento da distribuição. É importante que o armazenamento
seja realizado em locais limpos, secos e livres de odores, para evitar qualquer
tipo de contaminação.
IV -27.2. – Benefícios
do Método de Envasamento da Água Mineral - O método de envasamento da água
mineral traz diversos benefícios tanto para os consumidores quanto para as
indústrias produtoras. Entre os principais benefícios, podemos destacar:
IV -27.2.1. Qualidade
e segurança - O método de envasamento adequado garante a qualidade e a
segurança da água mineral, evitando contaminações e preservando suas
propriedades benéficas para a saúde. Isso proporciona aos consumidores a
confiança de que estão consumindo um produto de qualidade.
IV -27.2.2. Durabilidade
e conservação - As embalagens utilizadas no método de envasamento da água
mineral são projetadas para garantir a durabilidade e a conservação do produto.
Isso significa que a água mineral pode ser armazenada por um longo período de
tempo sem perder suas características naturais.
IV -27.2.3. Facilidade
de transporte e consumo - As embalagens de água mineral são práticas e fáceis
de transportar, permitindo que o produto esteja disponível em diversos locais.
Além disso, a embalagem facilita o consumo, pois pode ser aberta e fechada
várias vezes, mantendo a qualidade da água.
IV -27.2.4. REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS.
ARGENTINA.
Leis, decretos, etc.- Código Alimentario Actualizado. Boletin Oficial, 30jun
71, p. 45-58. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Determinação da
permeabilidade a gases e vapores: método de ensaio. São Paulo, ABNT, 1986
(Projeto N° 23:05.08- 004). 3. BÉLGICA. Leis, decretos, etc.- Arrêté royal du
25 aoüt 1976, du Ministére de Ia Santé Publique et de Ia Lamille. Moniteur
Belge, Bruxelles, 24 sept. 1976. p. 12029- 82. Completé l'arrêté royal du 12
sept. 1972 relatif à Ia fabrication, au commerce et à I'ernploí des objets et
substances alimentaires. 4. BÉLGICA. INSTITUT BELGE DE NORMALISATION. Analyse
des eaux: determination de I' oxydabilite a chaud-méthode par le permanganate
de potassium Bruxelles, IBN, 1974. (NBNT 91-202). 5. BOLETIM DE AMERICANA.
INTEGRAÇÃO Rio de Janeiro, Ministério das Relações Exteriores. N° 12,janl mar.
1994. rapprochment des législations des États membres consernant l'exploitation
et Ia mise dans le commerce des eaux minérales naturelles. (30.8.80 N° L 229/1
80n77/CEE). 10. COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL, São Paulo.
Água: determinação de oxigênio consumido: método de permanganato de potássio,
São Paulo, CETESB, 1993. 4p. 11. COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENT
AL, São Paulo. Determinação de sólidos em água: métodos gravimétricos, São
Paulo, CETESB, 1991. 16 p. 12. COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENT
AL, São Paulo. Invólucros e recipientes plásticos para águas minerais. São
Paulo, CETESB, sd. 170 p. 13. FRANÇA. ASSOCIATION FRANÇAISE DE NORMALISATION.
Essais LATINOdes eaus: dosage de l'oxygêne cédé par le permanganate de
potassium. Paris, AFNOR, 1960 (NBNT 91-202). 6. BRASIL. Leis, decretos, etc.
Resolução 25n6 da Comissão Nacional de Normas e Padrões para Alimentos do
Ministério da Saúde. Diário Oficial, Brasília, 12jan. 1977. Seção I, pt. I, p.
1483- 86. Estabelece padrões de identidade equalidade para as águas minerais da
fonte. 7. BRASIL. Leis, decretos, etc. Resolução 13n5 da Comissão Nacional de
Normas e Padrões para Alimentos do Ministério da Saúde. Diário Oficial,
Brasília, 30 jul. 1975. Seção I, pt. I, p. 9518. Dispõe sobre o
acondicionamento de águas minerais ou de mesa em recipientes elaborados com
substâncias resinosas el ou poliméricas. 8. BRASIL. Leis, decretos, etc.-
Resolução 45n7 da Comissão Nacional de Normas e Padrões para Alimentos do
Ministério da Saúde. Diário Oficial, Brasília, 1° fev. 1978. Seção I, pt. I,
p.1781- 95. Aprova as listas de polímeros, resinas e respectivos aditivos e
regulamenta seu emprego na elaboração ou revestimento de embalagens. 9.
COMISSION OF THE EUROPEAN COMUNITIESDirective du Conseil du 15 juillet 1980-
Relative au 14. FRANÇA. Leis, decretos, etc. Protocole d'expertise du
conditionnement des eaux potables ou gazéifiées en matériau autre que le verre.
Journal Official de Ia Republique Française, 25 aôut 1971, s 458. 15. GARCIA,
E.E.C. Embalagem para água mineral. Informativo CETEA, Campinas: V.I, N° 4,
p.2-3, 1989. 16. INSTITUTO ADOLFO LUTZ (São Paulo)- Normas Analíticas do
Instituto Adolfo Lutz; 3" ed. São Paulo, IMESP, 1985, v.l: Métodos químicos
e físicos para análise de alimentos. p. 458-463. 17. POPOFF, G.-
Acondicionamento de águas em embalagem descartável. Laboratoire National de Ia
Santé de Ia France- 17 de novembro de 1988. {Apresentado no Seminário
Internacional "O PVC na Embalagem de Água Mineral", São Paulo SP,
1988). 18. SINDICATO NACIONAL DAS INDÚSTRIAS DE ÁGUAS MINERAIS. SINDINAM.
Jornal Informativo, V. I, N° I, jul/ago., 1992.
IV -27.2.5. REFERÊNCIAS -
CONTATOS ÚTEIS.
Inmetro:
www.inmetro.gov.br Ouvidoria do Inmetro: 0800-285-1818; ouvidoria@inmetro.gov.br
Sugestão de produtos para análise:
http://www.inmetro.gov.br/consumidor/formContato.asp Relate acidentes de
consumo: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/acidente_consumo.asp Portal do
Consumidor: www.portaldoconsumidor.gov.br Associação Brasileira de Normas
Técnicas – ABNT: www.abnt.org.br Instituto da Qualidade Automotiva
www.iqa.org.br tel.: 11-5533-4545 iqa@iqa.org.br Alameda dos Nhambiquaras, 1509
– Indianópolis CEP 04090-013 São Paulo/SP
IV -28. Processo de Captação e
Envase da Água Mineral.
A
captação é um conjunto de instalações, construções e operações necessárias à
exploração da água mineral ou potável de mesa de um aquífero, sem alterar as
propriedades naturais e a pureza da água mineral ou potável de mesa. Ela se faz
através de fontes naturais ou por poços artesianos. A água é transferida para
os reservatórios por meio de bombas. Os tubos de revestimento, as conexões,
tubulações deverão ser de material que preserve as características naturais da
água, como aço inoxidável, PVC (policloreto de vinila) atóxico ou outro
material aprovado pelo DNPM . A instalação de bombas nos sistemas de captação
deve assegurar a não contaminação da água por óleo e outras impurezas
provenientes de seu funcionamento ou necessárias a sua manutenção.
Os
reservatórios são locais de armazenamento de água proveniente exclusivamente da
captação para acumulação e/ou regulação de fluxo de água. Os reservatórios
devem ser construídos em alvenaria ou aço inoxidável, devendo ter uma
capacidade de armazenamento tal, que o tempo de permanência da água da captação
não exceda três dias. Periodicamente devem ser feitas a limpeza e desinfecção
dos reservatórios, com produtos que não interfiram nas qualidades naturais da
água. Dos reservatórios a água mineral é enviada para os filtros. As tubulações utilizadas para a movimentação
da água podem ser em polietileno de alta densidade (PEAD) ou em aço inox. Em
muitos casos, a estabilização micro-biológica da água mineral, antes de ser
envasada, é efetuada através da utilização do ozônio (O3).
A
filtração é uma operação de retenção de partículas sólidas por meio de material
filtrante que não altera as características químicas e físico-químicas da água.
Esta operação não pretende melhorar a qualidade bacteriológica da água, o seu
objetivo é a eliminação de elementos instáveis e em alguns casos, é feita a
microfiltração através de membranas para reter microrganismos. A gaseificação é
a adição artificial de dióxido de carbono durante o processo de envasamento. A
carbonatação é útil para reduzir a quantidade de microrganismos e prevenir seu
posterior crescimento, porém não se deve considerar como um meio para
desinfectar a água vinda de uma fonte microbiológica insegura. O envasamento é uma operação de introdução de
água proveniente da captação e/ou dos reservatórios nas embalagens, até o seu
fechamento. O envasamento e o fechamento das embalagens devem ser efetuados por
máquinas automáticas, sendo proibido o processo manual. As máquinas devem estar
dispostas de modo que haja um processamento contínuo, desde a lavagem até o
fechamento. A sala de enchimento e o setor onde se processa a lavagem e
desinfecção dos recipientes devem ser mantidos em perfeitas condições de
limpeza e higiene, não sendo permitido usá-los como depósito de materiais.
Todos os
cuidados devem ser tomados para que a água mineral não seja contaminada, ao
realizar-se a limpeza e desinfecção dos setores de envasamento. As embalagens
utilizadas no envasamento das águas minerais e potáveis de mesa devem garantir
a integridade do produto, sem alteração das suas características físicas,
físico-químicas, microbiológicas e sensoriais. A rotulagem é a identificação de
cada vasilhame de produto, permitindo que este seja rastreado da fábrica até o
consumidor. Ela deve ser feita fora da sala de envasamento. Após a rotulagem o
produto final passa por uma verificação visual, isto é feito para detectar
perigos físicos, ou seja, sujidades mais grossas, partículas suspensas,
plásticos e outros.
Os
produtos envasados devem ficar estocados em locais afastados das instalações
industriais. Eles devem permanecer em estrados, para que as embalagens não
entrem em contato diretamente com o piso.
IV -29. Conclusão.
Após, duzentas horas de estudos, cincoenta
horas como observador em uma empresa especializada em água para consumo humano,
agua aditivada, e cento e cincoenta horas de análises técnicas dos dados
apresentados neste relatório, concluo a importância do Licenciado em Química,
na intervenção junto aos “tipos de água para consumo e suas diferenças entre
mineral, potável e adicionada.
Como se observa no dia-a-dia no mercado de
águas para consumo humano, existem três tipos principais de água que podem ser
comercializados: água mineral, água potável ou natural e água adicionada. Cada
tipo possui características distintas e é importante entender as diferenças
entre eles para escolher a melhor opção para a saúde e bem-estar do usuário.
IV -29.1 – Resumo - Água mineral.
A água mineral é originada de fontes naturais
subterrâneas, com características físico-químicas e biológicas especiais, sendo
submetida a um processo rigoroso de envasamento sem sofrer nenhum tipo de
alteração em sua composição natural. Para ser considerada mineral, a água deve
conter pelo menos 250 mg/L de sólidos dissolvidos totais, ser
microbiologicamente própria para o consumo humano e estar em conformidade com
os padrões de qualidade estabelecidos pela legislação brasileira. Entre os
principais benefícios da água mineral estão a presença de minerais essenciais
para o organismo, como cálcio, magnésio e potássio, e o equilíbrio do pH, que
pode variar de água para água. Além disso, a água mineral não passa por
tratamento químico para sua potabilização, o que a torna uma opção mais natural
e saudável.
IV -29.2 – Água potável ou natural.
A água potável ou natural é proveniente de
fontes diversas, como rios, lagos, represas ou lençóis freáticos, e passa por
um processo de tratamento para remover impurezas e micro-organismos. Esse
tratamento pode incluir a filtração, a cloração e a ozonização da água. A água
potável ou natural não tem um padrão de composição definido, o que significa
que a quantidade de minerais e outros nutrientes pode variar bastante de uma
fonte para outra. Por isso, é importante avaliar a procedência e a qualidade da
água potável ou natural antes de consumi-la.
IV -29.3 – Água adicionada.
A água adicionada é obtida a partir da água
potável ou natural, que passa por um processo de enriquecimento com sais
minerais e outros nutrientes, como cálcio, magnésio, potássio, ferro e
vitaminas. Esse tipo de água é bastante comum em países onde a população tem
deficiência de nutrientes na dieta, como o Brasil. No entanto, a água
adicionada pode conter aditivos químicos, como conservantes e corantes, além de
açúcares e adoçantes, o que a torna uma opção menos saudável do que a água
mineral e a água potável ou natural. Em resumo, a água mineral é a opção
mais saudável e natural para o consumo humano, pois possui uma composição
equilibrada de minerais e nutrientes essenciais, sem adição de químicos
ou outros aditivos. A água potável ou natural também pode ser uma boa opção,
desde que sua procedência e qualidade sejam avaliadas. Já a água adicionada
pode conter aditivos químicos e açúcares, o que a torna uma opção menos saudável.
Por isso, é importante estar atento aos rótulos e selos de qualidade das águas
que você consome.
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