RÁDIO WEB INESPEC 2024

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Capítulo III Apresentação – O Químico pela UNIFAVENI

 

  

III – 18. Apresentação.

Tomando como referência o MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior UF: DF ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Química RELATOR (A): Francisco César de Sá Barreto (Relator), Carlos Alberto Serpa de Oliveira, Roberto Claudio Frota Bezerra PROCESSO(S) N.º(S): 23001.000320/2001-44 PARECER N.º: CNE/CES 1.303/2001 COLEGIADO: CES APROVADO EM: 06/11/2001) o Licenciado em Química é um profissional com formação sólida e abrangente em Química, com habilitação para a docência no ensino fundamental e médio, além do exercício de funções técnicas. http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2001/pces1303_01.pdf

Ao concluir o curso, o licenciado em química estará capacitado para:

1.         Compreender os conceitos, leis e princípios da Química;

2.         Desenvolver processos de ensino-aprendizagem aplicados à área da química;

3.         Utilizar técnicas básicas em laboratórios químicos;

4.         Identificar as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e compostos, que possibilitem entender e prever o seu comportamento físico-químico, aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade;

5.         Acompanhar e compreender os avanços científico-tecnológicos e educacionais;

6.         Atuar em atividades que envolvam transformação de matérias-primas e produtos.

No CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI o ingresso do subscritor deu-se na modalidade “Processo Seletivo de estudantes de segunda graduação, categoria já diplomado em outra formação universitária”.

Diretrizes Curriculares para os cursos de Química, bacharelado e licenciatura plena.

Especificamente o licenciado em química pelo CENTRO UNIVERSITARIO UNIFAVENI TEM COM BASE NAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA CURSOS DE QUÍMICA, LICENCIATURA PLENA:

III – 18. 1. PERFIL DOS FORMANDOS.

III – 18. 1.1. O Licenciado em Química deve ter formação generalista, mas sólida e abrangente em conteúdos dos diversos campos da Química, preparação adequada à aplicação pedagógica do conhecimento e experiências de Química e de áreas afins na atuação profissional como educador na educação fundamental e média.

III – 18.2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES.

III – 18.2.1. Licenciados em Química.

Com relação à formação pessoal.

1.      Possuir conhecimento sólido e abrangente na área de atuação, com domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios, bem como dos procedimentos necessários de primeiros socorros, nos casos dos acidentes mais comuns em laboratórios de Química.

2.      Possuir capacidade crítica para analisar de maneira conveniente os seus próprios conhecimentos; assimilar os novos conhecimentos científicos e/ou educacionais e refletir sobre o comportamento ético que a sociedade espera de sua atuação e de suas relações com o contexto cultural, socioeconômico e político.

3.      Identificar os aspectos filosóficos e sociais que definem a realidade educacional.

4.      Identificar o processo de ensino/aprendizagem como processo humano em construção.

5.      Ter uma visão crítica com relação ao papel social da Ciência e à sua natureza epistemológica, compreendendo o processo histórico-social de sua construção. • Saber trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das diversas etapas que compõem uma pesquisa educacional.

6.      Ter interesse no auto-aperfeiçoamento contínuo, curiosidade e capacidade para estudos extra-curriculares individuais ou em grupo, espírito investigativo, criatividade e iniciativa na busca de soluções para questões individuais e coletivas relacionadas com o ensino de Química, bem como para acompanhar as rápidas mudanças tecnológicas oferecidas pela interdisciplinaridade, como forma de garantir a qualidade do ensino de Química.

7.      Ter formação humanística que permita exercer plenamente sua cidadania e, enquanto profissional, respeitar o direito à vida e ao bem estar dos cidadãos.

8.      Ter habilidades que o capacitem para a preparação e desenvolvimento de recursos didáticos e instrucionais relativos à sua prática e avaliação da qualidade do material disponível no mercado, além de ser preparado para atuar como pesquisador no ensino de Química.

III – 18.2.2. Com relação à compreensão da Química

1.      Compreender os conceitos, leis e princípios da Química.

2.      Conhecer as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e compostos, que possibilitem entender e prever o seu comportamento físico-químico, aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade.

3.      Acompanhar e compreender os avanços científico-tecnológicos e educacionais.

4.      Reconhecer a Química como uma construção humana e compreender os aspectos históricos de sua produção e suas relações com o contexto cultural, socioeconômico e político.

III – 18.2..3. Com relação à busca de informação e à comunicação e expressão.

1.      Saber identificar e fazer busca nas fontes de informações relevantes para a Química, inclusive as disponíveis nas modalidades eletrônica e remota, que possibilitem a contínua atualização técnica, científica, humanística e pedagógica.

2.      Ler, compreender e interpretar os textos científico-tecnológicos em idioma pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol).

3.      Saber interpretar e utilizar as diferentes formas de representação (tabelas, gráficos, símbolos, expressões, etc.).

4.      Saber escrever e avaliar criticamente os materiais didáticos, como livros, apostilas, "kits", modelos, programas computacionais e materiais alternativos.

5.      Demonstrar bom relacionamento interpessoal e saber comunicar corretamente os projetos e resultados de pesquisa na linguagem educacional, oral e escrita (textos, relatórios, pareceres, "posters", internet, etc.) em idioma pátrio.

III – 18.2.4. Com relação ao ensino de Química.

1.      Refletir de forma crítica a sua prática em sala de aula, identificando problemas de ensino/aprendizagem.

2.      Compreender e avaliar criticamente os aspectos sociais, tecnológicos, ambientais, políticos e éticos relacionados às aplicações da Química na sociedade.

3.      Saber trabalhar em laboratório e saber usar a experimentação em Química como recurso didático.

4.      Possuir conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação em ensino de Química.

5.      Possuir conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no trabalho.

6.      Conhecer teorias psicopedagógicas que fundamentam o processo de ensino-aprendizagem, bem como os princípios de planejamento educacional.

7.      Conhecer os fundamentos, a natureza e as principais pesquisas de ensino de Química.

8.      Conhecer e vivenciar projetos e propostas curriculares de ensino de Química.

9.      Ter atitude favorável à incorporação, na sua prática, dos resultados da pesquisa educacional em ensino de Química, visando solucionar os problemas relacionados ao ensino/aprendizagem.

III – 18.2..5. Com relação à profissão.

1.      Ter consciência da importância social da profissão como possibilidade de desenvolvimento social e coletivo.

2.      Ter capacidade de disseminar e difundir e/ou utilizar o conhecimento relevante para a comunidade.

3.      Atuar no magistério, em nível de ensino fundamental e médio, de acordo com a legislação específica, utilizando metodologia de ensino variada, contribuir para o desenvolvimento intelectual dos estudantes e para despertar o interesse científico em adolescentes; organizar e usar laboratórios de Química; escrever e analisar criticamente livros didáticos e paradidáticos e indicar bibliografia para o ensino de Química; analisar e elaborar programas para esses níveis de ensino.

4.      Exercer a sua profissão com espírito dinâmico, criativo, na busca de novas alternativas educacionais, enfrentando como desafio as dificuldades do magistério.

5.      Conhecer criticamente os problemas educacionais brasileiros.

6.      Identificar no contexto da realidade escolar os fatores determinantes no processo educativo, tais como o contexto socioeconômico, política educacional, administração escolar e fatores específicos do processo de ensino-aprendizagem de Química.

7.      Assumir conscientemente a tarefa educativa, cumprindo o papel social de preparar os alunos para o exercício consciente da cidadania

8.      Desempenhar outras atividades na sociedade, para cujo sucesso uma sólida formação universitária seja importante fator.

 

 

 

III – 19. Legitimidade. Legalidade. Credibilidade e história da evolução do Centro Universitário UNIFAVENI.

III – 19. 1. Introdução ao breve histórico Institucional.

O CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI,  com sede no município de Guarulhos, Estado de São Paulo, é um estabelecimento privado de ensino superior, mantido pelo UNIFAVENI CENTRO UNIVERSITARIO FAVENI LTDA., pessoa jurídica de direito privado com fins lucrativos, com sede e foro no município de Guarulhos, Estado de São Paulo. 

a)      Em 2002 foi credenciada a Faculdade de Tecnologia Eniac – FAPI, mantida pela EDVAC Serviços Educacionais Ltda., pela Portaria nº 3.541 de 13/12/2002, publicada no DOU de 16/12/2002. Em 2016, foi recredenciada pela Portaria nº 1.209 de 26/10/2016, publicada em 28/10/2016.

b)      No ano de 2017 a FAPI foi credenciada como Centro Universitário Eniac, conforme Portaria nº 285 de 06/03/2017, publicada no DOU de 07/03/2017.

c)      Em 2018, obteve o credenciamento provisório para a oferta de educação à distância pela Portaria nº 370 de 20/04/2018, publicada no DOU de 24/04/2018.

d)     No mesmo ano foi credenciado para EaD, conforme Portaria nº 1.261 de 28/11/2018, publicada no DOU de 29/11/2018.

e)      No ano de 2019 foi aprovada a alteração de denominação da IES pela Resolução nº 12.019 de 27/06/2019, publicada em 27/06/2019, passando o Centro Universitário Eniac a denominar-se então CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI – UNIFAVENI.

f)       No mesmo ano foi realizada a transferência de mantença para UNIFAVENI CENTRO UNIVERSITARIO FAVENI LTDA.

g)      O CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI possui autorização governamental para ministrar diversos cursos universitários, entre eles(cursos de graduação, em atividade no Cadastro e-MEC) BIOLOGIA (LICENCIATURA, EAD); FÍSICA (LICENCIATURA, EAD); e QUÍMICA (LICENCIATURA, EAD). 

h)      No campo da pós-graduação, o CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI oferece cursos de pós-graduação lato sensu nas áreas de conhecimento de sua atuação na graduação BIOLOGIA; FÍSICA; QUÍMICA, etc.

O Diplomado,  licenciado pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI deve, concluir um curso com carga horária de  3280 horas. O Licenciado em Química deve ter formação generalista, mas sólida e abrangente em conteúdos dos diversos campos da Química, preparação adequada à aplicação pedagógica do conhecimento e experiências de Química e de áreas afins na atuação profissional como educador na educação fundamental e média.

 

III – 19.2. Curso Licenciatura em Química.

O Curso de Licenciatura em Química tem como objetivo geral proporcionar ao licenciado, conhecimentos científicos e didático-pedagógicos das áreas da Química e afim e área da Educação. Esses conhecimentos e habilidades são necessários objetivando a “atuação” do professor de Química em diferentes instituições e espaços educativos.

III – 19.2.1. Do curso.  QUÍMICA – LICENCIATURA EAD.

O Curso tem duração de 3280 horas. O Licenciado em Química deve ter formação generalista, mas sólida e abrangente em conteúdos dos diversos campos da Química, preparação adequada à aplicação pedagógica do conhecimento e experiências de Química e de áreas afins na atuação profissional como educador na educação fundamental e média.

III – 19.2.1.1. Objetivo Geral do Curso.

O Curso de Licenciatura em Química tem como objetivo geral proporcionar ao licenciado, conhecimentos científicos e didático-pedagógicos das áreas da Química e afins e área da Educação. Esses conhecimentos e habilidades são necessários para sua atuação como professor de Química em diferentes instituições e espaços educativos.

III – 19.2.1.2. Objetivos Específicos.

ü  Adotar princípios e metodologias de uma Escola Humanista;

ü  Aproveitar de seu aluno, certamente advindo de diferentes categorias socioeconômicas, especialmente aquelas oriundas do ensino público, a natural vivência pessoal com o conflito, a determinação para o trabalho e a vocação para a superação de obstáculos;

ü  Transmitir os conteúdos fundamentais, profissionalizantes e práticos, contextualizados a partir da realidade, sempre tendo como objetivo a solução dos problemas mais recorrentes da sociedade;

ü  Estimular a habilidade lógica do futuro egresso, tendo como referência o domínio das técnicas da contemporânea, privilegiando-se a intelecção, em vez de a simples memorização;

ü  Desenvolver a capacidade de comunicação do aluno, tanto nas peças técnicas quanto nos demais campos do trabalho, por meio de disciplinas específicas, utilizando-se uma estratégia metodológica transversal a toda a grade curricular;

ü  Propiciar ao aluno, na própria instituição, o contato direto com o mundo profissional e acadêmico;

ü  Fomentar o engajamento ético-social do estudante do CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI, estimulando-o, permanentemente, por meio das atividades extracurriculares de extensão e de pesquisa, com a finalidade de fazê-lo sentir, no campo real, o seu potencial de agente transformador da sociedade;

ü  Transformar o aluno do CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI de espectador em agente transformador da realidade social.

 

III – 19.2.1.3. Grade Curricular.

III – 19.2.1.3.1. GGRUPO I –

CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PARA O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO

2ª LICENCIATURA EM QUÍMICA

EMENTA DO CURSO

INFORMATIVO DO CURSO 2ª LICENCIATURA

INFORMATIVO DO CURSO 2ª LICENCIATURA / FORMAÇÃO DE DOCENTES

GRUPO I – CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PARA O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM

1.      APOSTILA COMPLETA - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM

2.      VIDEOAULAS - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM

3.      QUESTIONÁRIO I - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM

4.      QUESTIONÁRIO II - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM

5.      ARTIGO - PSICOLOGIA POSITIVA E RESILIÊNCIA

6.      LIVRO - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM

7.      FILMES - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM

8.      FÓRUM I

9.      FÓRUM II

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

10.  APOSTILA COMPLETA - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

11.  VIDEOAULAS - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

12.  MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 01

13.  MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 02

14.  MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 03

15.  MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 04

16.  MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 05

17.  MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 06

18.  MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 07

19.  MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 08

20.  ARTIGO I - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

21.  ARTIGO II - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

22.  ARTIGO III - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

23.  LIVRO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

24.  VÍDEOS - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

25.  - QUESTIONÁRIO I - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

26.  - QUESTIONÁRIO II - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

27.  FÓRUM I

28.  FÓRUM II

MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

29.  APOSTILA COMPLETA - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

30.  VIDEOAULAS - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

31.  MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS - Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

32.  MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS - Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

33.  MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS - Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

34.  MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS - Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

35.  MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS - Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

36.  MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

37.  QUESTIONÁRIO I - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

38.  QUESTIONÁRIO II - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

39.  ARTIGO - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

40.  ARTIGO - MULTICULTURALISMO, DIVERSIDADE E DIREITOS HUMANOS

41.  LIVROS - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

42.  VÍDEOS - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

43.  FÓRUM I

44.  FÓRUM II

45.  FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

46.  APOSTILA COMPLETA - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

47.  VIDEOAULAS - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

48.  MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 01

49.  MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 02

50.  MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 03

51.  MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 04

52.  MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 05

53.  MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 06

54.  MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 07

55.  MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 08

56.  ARTIGO I - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

57.  ARTIGO II - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

58.  LIVRO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

59.  VÍDEOS - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

60.  - QUESTIONÁRIO I - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

61.  - QUESTIONÁRIO II - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

62.  FÓRUM I

63.  FÓRUM II

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

64.  APOSTILA COMPLETA - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

65.  VIDEOAULAS - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

66.  MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 01

67.  MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 02

68.  MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 03

69.  MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 04

70.  MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 05

71.  MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 06

72.  MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 07

73.  MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 08

74.  ARTIGO I - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

75.  LIVRO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

76.  VÍDEOS - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

77.  - QUESTIONÁRIO I - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

78.  - QUESTIONÁRIO II - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

79.  FÓRUM I

80.  FÓRUM II

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

81.  APOSTILA COMPLETA - EDUCAÇÃO AMBIENTAL

82.  VIDEOAULAS - EDUCAÇÃO AMBIENTAL

83.  EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

84.  EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

85.  EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

86.  EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

87.  EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

88.  EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

89.  QUESTIONÁRIO I - EDUCAÇÃO AMBIENTAL

90.  QUESTIONÁRIO II - EDUCAÇÃO AMBIENTAL

91.  ARTIGO I - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

92.  ARTIGO II - EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE

93.  ARTIGO III - EDUCAÇÃO AMBIENTAL, QUALIDADE DE VIDA E SUSTENTABILIDADE

94.  LIVRO - EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

95.  VÍDEOS - EDUCAÇÃO AMBIENTAL

96.  FÓRUM I

97.  FÓRUM II

PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

98.  APOSTILA COMPLETA - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

99.  VIDEOAULAS - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

100.                     PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

101.                     PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

102.                     PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

103.                     PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

104.                     PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

105.                     PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

106.                     QUESTIONÁRIO I - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

107.                     QUESTIONÁRIO II - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

108.                     Artigo - A IMPORTANCIA DO PLANEJAMENTO

109.                     Artigo - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

110.                     LIVRO - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

111.                     VÍDEOS - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

112.                     FÓRUM I

113.                     FÓRUM II

POLÍTICAS EDUCACIONAIS

114.                     APOSTILA COMPLETA - POLÍTICAS EDUCACIONAIS

115.                     VIDEOAULAS - POLÍTICAS EDUCACIONAIS

116.                     POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

117.                     POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

118.                     POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

119.                     POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

120.                     POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

121.                     POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

122.                     QUESTIONÁRIO I - POLÍTICAS EDUCACIONAIS

123.                     QUESTIONÁRIO II - POLÍTICAS EDUCACIONAIS

124.                     ARTIGO - LEGISLAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL

125.                     ARTIGO - POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS, CONCEITO E CONTEXTUALIZAÇÃO

126.                     ARTIGO - POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS

127.                     LIVROS - POLITICAS EDUCACIONAIS

128.                     VÍDEOS - POLITICAS EDUCACIONAIS

129.                     FÓRUM I

130.                     FÓRUM II

 

EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

131.                     APOSTILA COMPLETA - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

132.                     VIDEOAULAS - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

133.                     EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL - Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

134.                     EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL - Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

135.                     EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL - Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

136.                     EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL - Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

137.                     EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL - Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

138.                     EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

139.                     QUESTIONÁRIO I - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

140.                     QUESTIONÁRIO II - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

141.                     ARTIGO - ENSINO FUNDAMENTAL DO BRASIL

142.                     ARTIGO - O REPENSAR DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

143.                     ARTIGO - EDUCAÇÃO INFANTIL

144.                     LIVROS - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

145.                     VIDEOS - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

146.                     FÓRUM I

147.                     FÓRUM II

 

DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO

148.                     APOSTILA COMPLETA - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO

149.                     VIDEOAULAS - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO

150.                     QUESTIONÁRIO I - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO

151.                     QUESTIONÁRIO II - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO

152.                     ARTIGO - DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL: CONCEITOS E REFLEXÕES NA ESCOLA

153.                     LIVROS - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO

154.                     VÍDEOS - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO

155.                     LIBRAS

156.                     APOSTILA COMPLETA - LIBRAS

157.                     VIDEOAULAS - LIBRAS

158.                     LIBRAS - Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

159.                     LIBRAS - Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

160.                     LIBRAS - Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

161.                     LIBRAS - Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

162.                     LIBRAS - Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

163.                     LIBRAS - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

164.                     QUESTIONÁRIO I - LIBRAS

165.                     QUESTIONÁRIO II - LIBRAS

166.                     ARTIGO - A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

167.                     ARTIGO - O DIREITO À COMUNICAÇÃO

168.                     LIVRO - LIBRAS

169.                     VÍDEOS - LIBRAS

170.                     FÓRUM I

171.                     FÓRUM II

 

DIDÁTICA

172.                     APOSTILA COMPLETA - DIDÁTICA

173.                     VIDEOAULAS - DIDÁTICA

174.                     DIDÁTICA - Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

175.                     DIDÁTICA - Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

176.                     DIDÁTICA - Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

177.                     DIDÁTICA - Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

178.                     DIDÁTICA - Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

179.                     DIDÁTICA - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

180.                     QUESTIONÁRIO I - DIDÁTICA

181.                     QUESTIONÁRIO II - DIDÁTICA

182.                     ARTIGO - A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE PROFESSORES

183.                     ARTIGO - NÚCLEO DO CONHECIMENTO - EDUCAÇÃO

184.                     LIVRO - DIDÁTICA Jose-carlos-libaneo_obra

185.                     VÍDEOS – DIDÁTICA

186.                     FÓRUM I

187.                     FÓRUM II

METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

188.                     APOSTILA COMPLETA - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

189.                     VIDEOAULAS - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

190.                     MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 02

191.                     MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 01

192.                     MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 03

193.                     MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 04

194.                     MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 05

195.                     MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 06

196.                     MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 07

197.                     MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 08

198.                     ARTIGO I - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

199.                     ARTIGO II - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

200.                     LIVRO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

201.                     VÍDEOS - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

202.                     - QUESTIONÁRIO I - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

203.                     - QUESTIONÁRIO II - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

204.                     FÓRUM I

205.                     FÓRUM II

III – 19.2.1.3.2. GGRUPO I –GRUPO II CONTEÚDOS ESPECÍFICOS  PARA FORMAÇÃO DO CURSO.

QUÍMICA GERAL

206.                     APOSTILA COMPLETA - QUÍMICA GERAL

207.                     VIDEOAULAS - QUÍMICA GERAL

208.                     MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 01

209.                     MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 02

210.                     MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 03

211.                     MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 04

212.                     MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 05

213.                     MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 06

214.                     MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 07

215.                     MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 08

216.                     ARTIGO I - QUÍMICA GERAL

217.                     ARTIGO II - QUÍMICA GERAL

218.                     LIVRO - QUÍMICA GERAL

219.                     VÍDEOS - QUÍMICA GERAL

220.                     - QUESTIONÁRIO I - QUÍMICA GERAL

221.                     - QUESTIONÁRIO II - QUÍMICA GERAL

222.                     FÓRUM I

223.                     FÓRUM II

 

ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO

224.                     APOSTILA COMPLETA - ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO

225.                     VIDEOAULAS - ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO

226.                     Ensino de Química e sua Contextualização - Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

227.                     Ensino de Química e sua Contextualização - Aula 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

228.                     Ensino de Química e sua Contextualização - Aula 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

229.                     Ensino de Química e sua Contextualização - Aula 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

230.                     Ensino de Química e sua Contextualização - Aula 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

231.                     Ensino de Química e sua Contextualização - Aula 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

232.                     QUESTIONÁRIO I - ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO

233.                     QUESTIONÁRIO II - ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO

234.                     ARTIGO I - ARTIGOS CIENTÍFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO SUPERIOR DE QUÍMICA

235.                     ARTIGO II - ARTIGO CIENTÍFICO COMO TEMA DE AULA EXPERIMENTAL

236.                     LIVRO - ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO

237.                     VÍDEOS - ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO

238.                     FÓRUM I

239.                     FÓRUM II

O CURRÍCULO DA QUÍMICA

240.                     APOSTILA COMPLETA - O CURRÍCULO DA QUÍMICA

241.                     VIDEOAULAS - O CURRÍCULO DA QUÍMICA

242.                     O Currículo da Química - Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

243.                     O Currículo da Química - Aula 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

244.                     O Currículo da Química - Aula 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

245.                     O Currículo da Química - Aula 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

246.                     O Currículo da Química - Aula 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

247.                     O Currículo da Química - Aula 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

248.                     QUESTIONÁRIO I - O CURRÍCULO DA QUÍMICA

249.                     QUESTIONÁRIO II - O CURRÍCULO DA QUÍMICA

250.                     ARTIGO I - PROPOSTA CURRICULAR DE QUÍMICA

251.                     ARTIGO II - CURRÍCULO DE QUÍMICA

252.                     LIVRO - O CURRÍCULO DA QUÍMICA

253.                     VÍDEOS - O CURRÍCULO DA QUÍMICA

254.                     FÓRUM I

255.                     FÓRUM II

 

QUÍMICA ORGÂNICA

256.                     APOSTILA COMPLETA - QUÍMICA ORGÂNICA

257.                     Química Orgânica - Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

258.                     Química Orgânica - Aula 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

259.                     Química Orgânica - Aula 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

260.                     Química Orgânica - Aula 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

261.                     Química Orgânica - Aula 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

262.                     Química Orgânica - Aula 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

263.                     QUESTIONÁRIO I - QUÍMICA ORGÂNICA

264.                     QUESTIONÁRIO II - QUÍMICA ORGÂNICA

265.                     ARTIGO I - ETANOL- O COMBUSTÍVEL DO BRASIL

266.                     ARTIGO II - INDICADORES NATURAIS DE pH

267.                     LIVRO - QUÍMICA ORGÂNICA

268.                     VÍDEOS - QUÍMICA ORGÂNICA

269.                     FÓRUM I

270.                     FÓRUM II

 

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

271.                     APOSTILA COMPLETA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

272.                     VIDEOAULAS - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

273.                     Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

274.                     Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

275.                     Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

276.                     Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

277.                     Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

278.                     Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

279.                     QUESTIONÁRIO I - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

280.                     QUESTIONÁRIO II - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

281.                     ARTIGO I - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

282.                     ARTIGO II - INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL

283.                     LIVRO - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

284.                     VÍDEOS - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

285.                     FÓRUM I

286.                     FÓRUM II

BIOQUÍMICA

287.                     APOSTILA COMPLETA - BIOQUÍMICA

288.                     VIDEOAULAS - BIOQUÍMICA

289.                     Bioquímica - Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

290.                     Bioquímica - Aula 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

291.                     Bioquímica - Aula 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

292.                     Bioquímica - Aula 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

293.                     Bioquímica - Aula 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

294.                     Bioquímica - Aula 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

295.                     QUESTIONÁRIO I - BIOQUÍMICA

296.                     QUESTIONÁRIO II - BIOQUÍMICA

297.                     ARTIGO I - FUNDAMENTOS DE BIOQUÍMICA PARA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, CIÊNCIAS DOS ALIMENTOS, AGRONÔMICAS E FLORESTAIS

298.                     ARTIGO II - FUNDAMENTOS DE BIOQUÍMICA

299.                     LIVROS - BIOQUÍMICA

300.                     VÍDEOS - BIOQUÍMICA

301.                     FÓRUM I

302.                     FÓRUM II

FÍSICA GERAL

303.                     APOSTILA COMPLETA - FÍSICA GERAL

304.                     Física Geral - Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

305.                     Física Geral - Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

306.                     Física Geral - Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

307.                     Física Geral - Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

308.                     Física Geral - Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

309.                     Física Geral - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

310.                     QUESTIONÁRIO I - FÍSICA GERAL

311.                     QUESTIONÁRIO II - FÍSICA GERAL

312.                     ARTIGO I - FÍSICA MODERNA NO ENSINO MÉDIO

313.                     ARTIGO II - COMO ENSINAR FÍSICA MODERNA NO ENSINO MÉDIO

314.                     LIVRO - FÍSICA GERAL

315.                     VÍDEOS - FÍSICA GERAL

316.                     FÓRUM I

317.                     FÓRUM II

ESTRUTURA DA MATÉRIA

318.                     APOSTILA COMPLETA - ESTRUTURA DA MATÉRIA

319.                     VIDEOAULAS - ESTRUTURA DA MATÉRIA

320.                     Estrutura da matéria - Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

321.                     Estrutura da matéria - Aula 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

322.                     Estrutura da matéria - Aula 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

323.                     Estrutura da matéria - Aula 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

324.                     Estrutura da matéria - Aula 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

325.                     Estrutura da matéria - Aula 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

326.                     QUESTIONÁRIO I - ESTRUTURA DA MATÉRIA

327.                     QUESTIONÁRIO II - ESTRUTURA DA MATÉRIA

328.                     ARTIGO I - PROPRIEDADES PERIÓDICAS

329.                     ARTIGO II - LIGAÇÕES QUÍMICAS

330.                     LIVRO - ESTRUTURA DA MATÉRIA

331.                     VÍDEOS - ESTRUTURA DA MATÉRIA

332.                     FÓRUM I

333.                     FÓRUM II

 

METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA

334.                     APOSTILA COMPLETA - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA

335.                     VIDEOAULAS - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA

336.                     QUESTIONÁRIO I - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA

337.                     QUESTIONÁRIO II - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA

338.                     ARTIGO I - EXPLORANDO A MOTIVAÇÃO PARA ESTUDAR QUÍMICA

339.                     ARTIGO II - COTIDIANO E CONTEXTUALIZAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA

340.                     LIVRO - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA

341.                     VÍDEOS - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA

342.                     FÓRUM I

343.                     FÓRUM II

QUÍMICA ANALÍTICA

344.                     APOSTILA COMPLETA - QUÍMICA ANALÍTICA

345.                     VIDEOAULAS - QUÍMICA ANALÍTICA

346.                     Química Analítica - Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO

347.                     Química Analítica - Aula 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO

348.                     Química Analítica - Aula 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO

349.                     Química Analítica - Aula 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO

350.                     Química Analítica - Aula 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO

351.                     Química Analítica - Aula 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO

352.                     QUESTIONÁRIO I - QUÍMICA ANALÍTICA

353.                     QUESTIONÁRIO II - QUÍMICA ANALÍTICA

354.                     ARTIGO I - APLICAÇÃO DOS MÉTODOS VOLUMÉTRICOS

355.                     ARTIGO II - EQUILÍBRIO QUÍMICO

356.                     LIVRO - QUÍMICA ANALÍTICA

357.                     VÍDEOS - QUÍMICA ANALÍTICA

358.                     FÓRUM I

359.                     FÓRUM II

 

AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR

AVALIAÇÃO PRESENCIAL - 2ª LICENCIATURA / FORMAÇÃO DE DOCENTES EM QUÍMICA

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

 

 

 

 

INSTRUÇÕES E MÓDULOS OPERACIONAIS NO AMBITO ACADÊMICO

360.                     GUIA PRÁTICO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO – 2ª LICENCIATURA E FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM FÍSICA, QUÍMICA, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA

361.                     Manual do Estágio Supervisionado - Física, Química, Filosofia, Sociologia

362.                     Anexos - Estágio Supervisionado - Física, Química, Filosofia, Sociologia

363.                     Envio do Estágio Supervisionado - 2ª Licenciatura em Química

364.                     TERMOS DE ESTÁGIO

365.                     TERMO DE COMPROMISSO

366.                     TERMO DE CONVÊNIO

367.                     ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES

368.                     MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

369.                     Anexos - Ficha de Requerimento e Modelo de Relatório

370.                     Envio das Atividades Complementares - 2ª Licenciatura em Química

371.                     TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

372.                     Manual de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

373.                     Modelo de Artigo Científico

374.                     Modelo de Monografia

375.                     I - Leitura Complementar para Pesquisa e Prática do TCC

376.                     II - Leitura Complementar para Pesquisa e Prática do TCC

377.                     III - Leitura Complementar para Pesquisa e Prática do TCC

378.                     Envio do TCC - 2ª Licenciatura em Química

379.                     AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO POR DISCIPLINA

380.                     AVALIAÇÃO FINAL - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM

381.                     - AVALIAÇÃO FINAL - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

382.                     AVALIAÇÃO FINAL - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS

383.                     - AVALIAÇÃO FINAL - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

384.                     - AVALIAÇÃO FINAL - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

385.                     AVALIAÇÃO FINAL - EDUCAÇÃO AMBIENTAL

386.                     AVALIAÇÃO FINAL - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

387.                     AVALIAÇÃO FINAL - POLÍTICAS EDUCACIONAIS

388.                     AVALIAÇÃO FINAL – EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

389.                     AVALIAÇÃO FINAL - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO

390.                     AVALIAÇÃO FINAL - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS

391.                     AVALIAÇÃO FINAL - DIDÁTICA

392.                     - AVALIAÇÃO FINAL - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

393.                     AVALIAÇÃO FINAL - QUÍMICA GERAL

394.                     AVALIAÇÃO FINAL - ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO

395.                     AVALIAÇÃO FINAL - O CURRÍCULO DA QUÍMICA

396.                     AVALIAÇÃO FINAL - QUÍMICA ORGÂNICA

397.                     AVALIAÇÃO FINAL - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

398.                     AVALIAÇÃO FINAL - BIOQUÍMICA

399.                     AVALIAÇÃO FINAL - FÍSICA GERAL

400.                     AVALIAÇÃO FINAL - ESTRUTURA DA MATÉRIA

401.                     AVALIAÇÃO FINAL - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA

402.                     AVALIAÇÃO FINAL - QUÍMICA ANALÍTICA

III – 19.2.1.3.3. CURRÍCULO CONCLUÍDO PELO SUBSCRITOR.

Histórico do aluno

2ª LICENCIATURA EM QUÍMICA

https://ava.unifaveni.com.br/historico/

Disciplina        Semestre/Ano Período/Série  Carga horária  Nota    Situação ATP: ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICO                          200      0 AGUARDANDO CORREÇÃO

BIOQUÍMICA                              40        96        Aprovado

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL                             40        90        Aprovado

DIDÁTICA                       40        94        Aprovado

DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO                             40        98        Aprovado

EDUCAÇÃO AMBIENTAL                               40        94        Aprovado

EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL                               40        94        Aprovado

ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO                            40        96        Aprovado

ESTRUTURA DA MATÉRIA                            40        94        Aprovado

ESTÁGIO SUPERVISIONADO                        300      100      Aprovado

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO                          40        96        Aprovado

FÍSICA GERAL                           40        90        Aprovado

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO                         40        98        Aprovado

LIBRAS                             40        96        Aprovado

METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA                                40        96        Aprovado

METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA                         40        98        Aprovado

MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS                        40        96        Aprovado

O CURRÍCULO DA QUÍMICA                        40        94        Aprovado

PLANEJAMENTO EDUCACIONAL                           40        96        Aprovado

POLÍTICAS EDUCACIONAIS                         40        98        Aprovado

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM                          40        92        Aprovado

QUÍMICA ANALÍTICA                         40        98        Aprovado

QUÍMICA GERAL                      40        92        Aprovado

QUÍMICA ORGÂNICA                          40        92        Aprovado

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO                      40        96        Aprovado

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO                          20        0          AGUARDANDO CORREÇÃO

III – 19.2.1.3.4. Avaliações junto ao MEC.

São conceitos/índices obtidos pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI nas avaliações externas:

III – 19.2.1.3.5. Reconhecimento do Curso Licenciatura em Química.

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI

MEC (3294) CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI - https://emec.mec.gov.br/emec/img/icones/ico-warning.png UNIFAVENI

LICENCIATURA EM QUÍMICA

CURSO AUTORIZADO E RECONHECIDO PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

e-MEC - Sistema de Regulação do Ensino Superior

Mantenedora:             Lista das IES Mantidas (17427) UNIFAVENI CENTRO UNIVERSITARIO FAVENI LTDA - CNPJ:           25.106.814/0001-36 - Natureza Jurídica:      Sociedade Empresária Limitada - Representante Legal: LEANDRO XAVIER TIMOTEO ( REPRESENTANTE LEGAL ) -

(Código) Grau:           (1451121) Licenciatura em QUÍMICA

Modalidade:   Educação a Distância

Centro Universitário Faveni ‹ Fazer login (unifaveni.com.br)

III – 20. UNIFAVENI - MISSÃO, VALORES E OBJETIVOS DA INSTITUIÇÃO.

O CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI tem por missão “consolidar a formação cidadã do indivíduo para direcioná-lo ao sucesso social e profissional com ética, solidez conceitual e olhar para o amparo ao próximo”.

A missão do CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI descreve os principais fundamentos da instituição de ensino superior.

Primeiramente, a importância à atividade fundamental de instituições educacionais, o ensino, em que a instituição, através de uma formação competente e de qualidade, garante o aprendizado de seus alunos de forma plena e integral desenvolvendo senso crítico, embasamento teórico e aplicabilidade de conhecimentos.

Em segundo lugar, a importância da instituição perante a sociedade, tendo a responsabilidade de transformar a comunidade em que está inserida através do ensino, da pesquisa e da extensão, fortalecendo os vínculos com o desenvolvimento e inclusão socioeconômico e tecnológico, aproximando a capacidade de fomento de conhecimento da acadêmica às necessidades da sociedade, seus cidadãos, do setor produtivo e outros afins.

Em terceiro lugar, a importância de desenvolver nos alunos e parceiros para que tenham sucesso na vida, para isso se trabalha de forma a aproximar as necessidades de qualificação e desenvolvimento tecnológico, exigidos pelo mercado de trabalho ao perfil educacional do UNIFAVENI, de seu corpo acadêmico e pesquisadores. Sendo assim, é feito uso da inovação, que consiste no desenvolvimento de novas soluções para novos ou antigos problemas de forma a gerar novos valores sociais e tecnológicos para o setor produtivo e sociedade.

Em quarto lugar, a importância no desenvolvimento de alunos com perfil socialmente responsável, ético, que preza pela sustentabilidade ambiental e econômica de sua sociedade e com capacidade de dialogar com a comunidade e seus cidadãos.

O CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI tem como visão “ser um centro de excelência em educação, capacitação profissional, difusão cultural e um catalisador no progresso e no desenvolvimento da sociedade”.

Seus valores são assim expressos:

a.      Foco no aprendizado prático, ancorado numa base conceitual consistente, tornando o aluno o principal agente de aquisição de competências;

b.      Inovação tecnológica a serviço do ensino;

c.       Disciplina, ordem e segurança como pré-requisitos para o desenvolvimento;

d.      Sinergia e comprometimento da equipe como agentes transformadores da formação dos nossos alunos;

e.       Valorização e estimulação do empreendedorismo;

f.        Responsabilidade social e respeito ao meio ambiente;

g.      Resultados concretos na melhoria contínua dos processos.

De acordo com o seu Estatuto, o CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI, como instituição educacional, destina-se a promover o ensino, a iniciação científica e a extensão em nível superior, e tem por objetivos:

I – formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;

II – incentivar o trabalho de iniciação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;

III – estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;

IV – promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;

V – suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;

VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;

VII – promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da iniciação científica e tecnológica geradas.

III – 20.1. Missão.

Educar e formar cidadãos para obter sucesso na vida, sendo competentes no mercado de trabalho, responsáveis socialmente e atuantes na preservação do meio-ambiente, tendo como referência a ética, o diálogo e o respeito com as gerações futuras.

III – 21. Profissão. Químico. 

III – 21.1. Licenciatura em Química – Modalidade a Distância. 

III – 21.1.1. Exercício da Profissão

Somente estão isentos de registro no CRQ os profissionais da Educação que atuam no Ensino Médio. O licenciado que deseja exercer a profissão  deve, para atuar como profissional da Química ter o registro  no Conselho Regional de Química – CRQ. vinculado a região na qual irá trabalhar.

O Conselho Regional é uma autarquia pública federal, vinculados ao Conselho Federal de Química – CFQ e aos demais Conselhos Regionais de Química – CRQ, responsáveis pela fiscalização da Profissão do Químico e pela fiscalização das Atividades da Química.

A profissão é regulamentada em lei. O dia 18 de junho é o dia do QUÍMICO, criado pela Lei Federal de 2800/1056.

Conforme Resolução Normativa nº 36/1974 as atribuições do profissional da Química são de acordo com a natureza dos currículos de química.

Assim, o Diplomado em Química pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI pode, como licenciado desenvolver as atribuições previstas nos itens  01 a 07 da retro mencionada Resolução (  )

Atribuições do Bacharel em Química: de 01 a 07, exceto a atribuição 04 que é exclusiva para profissionais da Educação.

1.      Atribuições do Químico Tecnológico: de 01 a 13.

2.      Atribuições do Engenheiro Químico: de 01 a 16.

3.      Atribuições do Técnico em Química: 01, e de 05 a 10.

Qualquer profissional da Química pode aumentar suas atribuições, para isso é necessária a complementação de algumas disciplinas de natureza tecnológica. Procure o Coordenador de seu Curso para maiores informações.

III – 21.1.2. LICENCIADO EM QUÍMICA: Atribuições do profissional da Química:

01 –     Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das atribuições respectivas.

02 –     Assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização, no âmbito das atribuições respectivas.

03 –     Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos; elaboração de pareceres, laudos e atestados, no âmbito das atribuições respectivas.

04 –     Exercício do magistério, respeitada a legislação específica.

05 –     Desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das atribuições respectivas.

06 –     Ensaios e pesquisas em geral. Pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos.

07 –     Análise química e físico-química, químico-biológica, bromatológica, toxicológica e legal, padronização e controle de qualidade.

08 –     Produção; tratamentos prévios e complementares de produtos e resíduos.

09 –     Operação e manutenção de equipamentos e instalações; execução de trabalhos técnicos.

10 –     Condução e controle de operações e processos industriais, de trabalhos técnicos, reparos e manutenção.

11 –     Pesquisa e desenvolvimento de operações e processos industriais.

12 –     Estudo, elaboração e execução de projetos de processamento.

13 –     Estudo de viabilidade técnica e técnico-econômica no âmbito das atribuições respectivas.

14 –     Estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais.

15 –     Execução, fiscalização de montagem e instalação de equipamento.

16 –     Condução de equipe de instalação, montagem, reparo e manutenção.

III – 21.1.3. Exercício da Profissão – CRQ  Resoluções Normativas.

As Resoluções Normativas têm por objetivo padronizar a atuação dos Conselhos Regionais de Química quanto ao registro e fiscalização do exercício profissional na área da Química. Abaixo, estão relacionadas às principais resoluções normativas vigentes:

Resolução Normativa nº 12, de 20 de outubro de 1959
Dispõe sobre responsabilidade técnica.

Resolução Normativa nº 36, de 25 de abril de 1974
Dispõe sobre a concessão de atribuições profissionais.

Resolução Normativa nº 94, de 19 de setembro de 1986
Dispõe sobre o registro em CRQ de diplomados em cursos de licenciatura em Química.

Resolução Normativa nº 96, de 19 de setembro de 1986
Dispõe sobre a ampliação de atribuições profissionais em decorrência da complementação de currículo efetivamente cursado.

Resolução Normativa nº 198, de 17 de dezembro de 2004
Define as modalidades profissionais na área Química.

Resolução Normativa nº 222, de 19 de novembro de 2009
Dispõe sobre a Carteira Profissional do Químico.

Resolução Normativa nº 259, de 16 de janeiro de 2015
Define as atribuições dos profissionais que menciona e que laboram na área Química do Meio Ambiente e do Saneamento Ambiental.

Resolução Normativa nº 291, de 23 de abril de 2020
Dispõe sobre a concessão de registro aos profissionais provisionados.

Resolução Normativa nº 296, de 18 de junho de 2021
Cria o Programa de Registro Provisório aos Recém-formados.

Resolução Normativa nº 311, de 21 de setembro de 2023
Dispõe sobre o Código de Ética dos Profissionais da área da Química.

III – 21.2 - ATIVIDADES COMPLEMENTARES - CARGA HORÁRIA: 8 (OITO) CRÉDITOS.                               120 HORAS. OBSERVAÇÃO DE ATIVIDADE PRÁTICA.

III – 21.2.1. ATIVIDADES ACÂDEMICAS COMPLEMENTARES.

Os discentes da Licenciatura em Química no CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI deverão cumprir 200 horas de Atividades Complementares. O envio das Atividades Acadêmicas Complementares deverá ser realizado 60 dias antes da finalização de seu curso. Todos os itens (fichas, relatórios, declarações e certificados) deverão ser enviados em anexos únicos pelo campo de envio disponível dentro da PLATAFORMA da disciplina.

Os termos do presente relatório se justifica por conta do “regulamento que tem por finalidade normatizar as atividades complementares previstas nos projetos dos cursos de  Licenciatura Plena em Química do Centro Universitário UNIFAVENI e se estabelece como meios operacionais para o seu acompanhamento e registro.

III – 21.2.2. Relevância e fundamentação.

As atividades complementares do curso Licenciatura em Química da Unifaveni têm por objetivos:

a) Enriquecer o processo de ensino-aprendizagem;

b) Complementar o currículo pedagógico;

c) Ampliar os horizontes de conhecimento;

d) Favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais;

e) Estimular as iniciativas dos alunos;

f) Propiciar a Inter e a transdisciplinaridade do currículo;

g) Fortalecer a conduta ética e a prática da cidadania e

h) Envolver a comunidade situada nos arredores da Instituição através de eventos que propiciem uma adequada integração junto à faculdade.

III – 21.2.3. Da obrigatoriedade das ATC.

As atividades acadêmicas complementares são obrigatórias e deverão ser cumpridas pelos alunos a partir de seu ingresso no curso, obedecendo à carga horária exigida de cada currículo, de acordo com sua diretriz curricular. O cumprimento total da carga horária das atividades acadêmicas complementares é requisito indispensável à colação de grau.

Observa-se que as atividades desenvolvidas e realizadas no âmbito do Estágio Supervisionado não poderão ser computadas cumulativamente como atividades acadêmicas complementares, assim, os termos do presente relatório não se confundem com o ESTÁGIO SUPERVISIONADO.

III – 21.2.4. ASPECTOS FORMAIS DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES.

As Atividades Complementares poderão ser realizadas de acordo com as modalidades autorizadas pela regulamentação, a saber:

III – 21.2.4.1. Modalidade Acadêmica.

As atividades relacionadas neste RELATÓRIO se adequam  à respectiva formação acadêmica, em química, e se estabelece da seguinte forma:

I-                   Eventos variados da área de formação, VISITAÇÃO TÉCNICA EM EMPRESA QUE DESENVOLVE EVENTOS NA ÁREA PROFISSIONAL DA QUÍMICA.

II-                Publicação de resumos e artigos em congressos, participação em encontros acadêmicos, bem como publicação em jornais e revistas cientificas;

III-             Participação em Programas de Iniciação Cientifica PROFISSIONAL.

III – 21.2.4.2 – Visitação técnica em uma “empresa Engarrafamento de Água Mineral”.

Considerando que na Licenciatura em Química, a atuação não se limita ao magistério, a VISITA TÉCNICA a uma empresa de ENGARRAFAMENTO DE ÁGUA se estabelece dentro da Modalidade Profissional proposta neste relatório e estas atividades são adequadas à respectiva formação profissional, e se apresenta da seguinte forma:  Oficinas, visitas técnicas  em serviços realizados  em órgãos e entidades públicas ou privadas que atuam em acordo com a legislação vigente; bem como participação em projetos de extensão comunitária empresarial.

Recorrência - 5.2. LICENCIADO EM QUÍMICA: Atribuições do profissional da Química: 01 –            Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das atribuições respectivas. 02 –       Assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização, no âmbito das atribuições respectivas. 03 –       Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos; elaboração de pareceres, laudos e atestados, no âmbito das atribuições respectivas. 04 –  Exercício do magistério, respeitada a legislação específica. 05 –     Desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das atribuições respectivas. 06 –       Ensaios e pesquisas em geral. Pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos. 07 –          Análise química e físico-química, químico-biológica, bromatológica, toxicológica e legal, padronização e controle de qualidade. 08 – Produção; tratamentos prévios e complementares de produtos e resíduos. 09 – Operação e manutenção de equipamentos e instalações; execução de trabalhos técnicos. 10 –         Condução e controle de operações e processos industriais, de trabalhos técnicos, reparos e manutenção. 11 –         Pesquisa e desenvolvimento de operações e processos industriais. 12 –            Estudo, elaboração e execução de projetos de processamento. 13 – Estudo de viabilidade técnica e técnico-econômica no âmbito das atribuições respectivas. 14 –            Estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais. 15 – Execução, iscalização de montagem e instalação de equipamento. 16 –          Condução de equipe de instalação, montagem, reparo e manutenção.

III – 21.2.4.2.1. Aproveitamento integral deste relatório. Aspecto jurídico formal.

Considerando a relevância das atividades complementares para o maior aperfeiçoamento crítico - teórico instrumental, flexibilização, do currículo, maior integração entre o corpo discente e docente e ainda o aprofundamento do grau de interdisciplinaridade na formação acadêmica, o aluno deverá cumprir, no mínimo duas dentre as atividades discriminadas no Artigo 3º, para perfazer o total de horas de atividades exigidas em cada currículo de acordo com as diretrizes curriculares.

Observa-se que esta atividade pode  ultrapassar o limite do total de horas de atividades estabelecido levando-se em conta seu interesse e disponibilidade, o que, sem dúvida enriquecerá ainda mais seu currículo.

III – 21.2.4.2.1.1. Quaisquer outras atividades que o discente considere relevante para sua formação, poderão ser apresentadas ao coordenador do curso, decidindo a validade ou não como atividade complementar, bem como atribuição das horas de atividade que julgar conveniente. Tal solicitação deverá ser feita em requerimento escrito, instruído com os elementos probatórios que o discente entenda pertinentes à homologação da atividade desenvolvida.

III – 21.2.4.2.1.2. Compete ao coordenador do curso:  “I- Aprovar o plano de atividades de cada aluno; II- Exigir a comprovação documental pertinente; III- Coordenar a divulgação das atividades acadêmicas complementares para os alunos; IV- Remeter à secretaria da UNIFAVENI a respectiva carga horária computada para fins de registro no Histórico Escolar, após o cumprimento das horas mínimas exigidas por curso...”

III – 21.2.4.2.1.3.  Apresentação de relatórios. É indispensável para as atividades que assim o exigirem, a apresentação de relatórios corretos e complexos das atividades acadêmicas complementares bem como o fiel cumprimento dos prazos e datas fixadas, devendo o coordenador do curso determinar que sejam refeitos relatórios que não estejam dentro das normas técnicas e gramaticais, sob a pena de não serem computadas as horas de atividades realizadas pelo aluno.

No caso de atividades externas, para que a carga horária seja validada, o acadêmico deverá apresentar à coordenação de curso, o comprovante de sua participação assinado pelo responsável pelo evento juntamente com o Relatório.

III – 21.2.4.2.1.4. Atividades complementares Resumo da apresentação de Negócio(14 – Estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais)

III – 21.2.4.2.1.4.1. Introito.

I-                   Uma empresa de Engarrafamento de Água Mineral realiza o trabalho de captação e engarrafamento de água mineral, água subterrânea originária de águas de superfície que se infiltraram no solo e por ele são filtradas, recebendo sais minerais que alteram seu gosto e lhe fornecem valores terapêuticos. O surgimento dessa indústria de envase ocorreu entre as duas guerras mundiais.

II-                A água é naturalmente a bebida mais consumida em todo o mundo, seja in natura ou como ingrediente indispensável para o processamento de inúmeras outras bebidas. Seu consumo aumenta gradativamente, de acordo com o crescimento da população mundial e com a temperatura presente em cada local e clima correspondente, sendo o verão a estação de maior demanda.

III-             A água mineral representa saúde para o homem, pois além de não apresentar elementos químicos artificiais presentes em várias bebidas industrializadas, é essencial ao metabolismo humano. Esta característica, aliada ao crescimento da população mundial, indica forte tendência de aumento de demanda e, assim, revela ser uma boa oportunidade de negócio.

III – 21.3. UM PLANO DE NEGÓCIO. No exercício dos estudos acadêmicos se descreve neste relatório uma visão analítica de UM PLANO DE NEGÓCIOS(14 – Estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais).

Importante ressaltar que o “pesquisador” que subscreve este relatório de ATIVIDADES ACADÊMICAS não teve acesso a documentos reservados da empresa que visitou. Os documentos relacionados são referencias aqueles que são de domínio público.

III – 21.3.1. Repete-se que nas funções do exercício da profissão de químico(Recorrência - 5.2. LICENCIADO EM QUÍMICA: Atribuições do profissional da Química: 01 –Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das atribuições respectivas. 02 –            Assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização, no âmbito das atribuições respectivas. 03 –Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos; elaboração de pareceres, laudos e atestados, no âmbito das atribuições respectivas. 04 –11 –Pesquisa e desenvolvimento de operações e processos industriais. 12 –Estudo, elaboração e execução de projetos de processamento. 13 – Estudo de viabilidade técnica e técnico-econômica no âmbito das atribuições respectivas.) este pode desenvolver           Estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações industriais... E assim se procede na elaboração analítica da implementação  de um negócio voltado para uma empresa de Engarrafamento de Água Mineral.

 

 

III – 21.4. ANTEPROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO NA INDÚSTRIA QUÍMICA.

III – 21.4.1. Apresentação de Negócio. Uma empresa de Engarrafamento de Água Mineral.

1.      Um dos empreendimentos de maior rentabilidade é uma fábrica de água mineral — afinal, o consumo de água engarrafada no Brasil é imenso.  Segundo dados de 2007, da Associação Internacional de Águas Engarrafadas, nosso país consumiu 13,6 bilhões de litros de água engarrafada.  Na pesquisa de 2023, ano em que vivemos fortes ondas de calor, as vendas tiveram um aumento de 30%, mesmo com o ajuste de 9% a mais no preço da água (segundo o IPS - Índice de Preços dos Supermercados e a Apas - Associação Paulista dos Supermercados).

2.      O nexo neste discurso se base na importância do químico na elaboração de um projeto desta natureza, com foco na formação universitária do Licenciado pela UNIFAVENI, por exemplo.

3.      O químico licenciado ou e o bacharel em química, etc, devem conhecer o processo de produção, bem como os aspectos jurídicos para o cumprimento de regulamentações na fabricação de água mineral.

III – 21.4.2 - ASPECTOS  TELEOLÓGICOS  -  Montar Uma Fábrica De Água Mineral.

“Para ele, além das leis físicas que regem o mundo natural como o conhecemos, haveria leis teleológicas — atenção: leis teleológicas — para dar conta de certos eventos e fatos inexplicáveis pela ciência contemporânea, como a existência da vida e de seres dotados de consciência”. Roberto Covolan - Teleologia vs. Ideologia - Há propósito no universo?

Estabelecer uma fábrica de água mineral é um processo complexo que demanda planejamento estratégico, conformidade regulatória, infraestrutura adequada, matérias-primas de qualidade, equipe competente e equipamentos eficientes. A produção de água mineral começa com a captação da água de fontes naturais, que devem atender a padrões específicos de qualidade e pureza.  Após a captação, a água é submetida a processos de filtragem e purificação para garantir a remoção de impurezas e a manutenção de minerais benéficos. Em seguida, a água é engarrafada, lacrada, rotulada e, enfim, distribuída para comercialização.

III – 21.4.2.1 - Neste relatório, de um acadêmico que se tornará químico, se elabora um ANTEPROJETO de uma fábrica de água mineral. Observe algumas diretrizes:

1. Crie um planejamento de negócio.

2. Cumpra os procedimentos necessários.

3. Ofereça uma estrutura adequada para fabricação.

4. Invista em matéria-prima de qualidade.

5. Tenha uma equipe capacitada.

6. Utilize equipamentos para aperfeiçoar a produção.

6.1. Recomendação de máquinas necessárias para montar uma fábrica de água mineral.

III – 21.4.3. DIRETRIZES - A produção de água mineral começa com a captação da água de fontes naturais, que devem atender a padrões específicos de qualidade e pureza.

Após a captação, a água é submetida a processos de filtragem e purificação para garantir a remoção de impurezas e a manutenção de minerais benéficos. Em seguida, a água é engarrafada, lacrada, rotulada e, enfim, distribuída para comercialização.

É essencial ter um plano de negócios bem definido, que deve contemplar o estudo de mercado, análise de viabilidade econômica, estratégias de marketing e um plano operacional detalhado.

Atenda às regulamentações do setor, obtenha as licenças e alvarás necessários, e cumpra com as normas de vigilância sanitária e ambiental.

As instalações precisam ser projetadas para atender aos padrões de qualidade, com áreas de produção, armazenamento e expedição bem definidas e equipadas.

A qualidade da água é essencial para o sucesso do negócio. Certifique-se de que a fonte escolhida fornece um produto que atende ou, até mesmo, excede os padrões de qualidade.

É indispensável contratar profissionais qualificados para todas as etapas do processo produtivo, desde a captação até a distribuição da água mineral.

Deve-se investir em máquinas que garantam eficiência e qualidade. A otimização da linha de produção resulta em maior produtividade e redução de custos.

Não é uma regra, porém tendo o projeto ideológico pronto para montar uma fábrica de água mineral, confira quais equipamentos necessários que se recomenda para a produção:

1.    Sistemas de filtração e purificação;

2.    Máquinas para lavagem das embalagens;

3.    Máquinas envasaduras que fazem o engarrafamento da água;

4.    Seladoras;

5.    Rotulado rãs;

6.    Empacotadoras.

No mercado existe diversas linha de máquinas. Para assegurar a eficácia e eficiência do processo produtivo, O QUÍMICO DEVE COMHECER TODAS AS linhas de máquinas envasadoras, seladoras e dosadoras, que atendem às necessidades do mercado de água mineral.  Investir nesses maquinários é uma decisão inteligente para quem deseja entrar no mercado de água mineral ou otimizar suas operações existentes.

III – 21.4.4. Água mineral envasada terá o selo do Inmetro.

Certificação voluntária, com foco na segurança alimentar, foi impulsionada pela Copa do Mundo. População pode enviar críticas e sugestões ao Instituto.

 

O Inmetro mantem discussões sobrea regulamentação voluntária de água mineral envasada, os interessados podem enviar sugestões, críticas e relatos de acidentes de consumo com produtos comercializados no Brasil. O consumidor pode participar. O objetivo é estabelecer as regras para a certificação, com foco na segurança alimentar, a fim de evitar contaminações na água. Para obter o Selo de Identificação da

 

Conformidade, a água mineral envasada terá de ser avaliada desde o rótulo da embalagem até a sua composição química. A decisão da certificação foi tomada para atender demandas dos envasadores, água mineral natural envasadas vai aumentar ainda mais nos próximos anos. A segurança alimentar da água é uma grande preocupação da sociedade civil e deve ser também do Licenciado em Química que atua neste seguimento.

 

A Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac) do Inmetro pode ser CONTACTADA NO ENDEREÇO dipac.consultapublica@inmetro.gov.br - ou via carta para o endereço: Rua da Estrela, 67, 2º andar – Rio Comprido – CEP 20251-900 – Rio de Janeiro, RJ, A/C da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac).

 

Antes de abrir a sua distribuidora, é preciso fazer uma consulta prévia de endereço na prefeitura da sua cidade. Isso porque é necessário ter o alvará de licença sanitária e cumprir as legislações relativas ao setor de água mineral.

 

III – 21.4.4.1. A seguir, veja as principais normas deste segmento:

 

a)      Decreto-lei 7.841/1945 (Código de Águas Minerais).

b)      Decreto 78.171/1976.

c)      Lei 6.437/1977.

d)      Portaria 805/1978.

e)      Portaria 15/1988.

f)       Portaria 159/1996.

g)      Portaria 222/1997.

h)      Portaria 231/1998.

i)        Resolução 105/1999.

j)        Portaria 470/1999.

k)      Portaria 518/2004.

l)        Resolução-RDC 274/2005.

Legislações, normativos legais e orientações para distribuidoras de água mineral.

III – 21.4.4.2. Mercado.

O mercado de água mineral no Brasil é um mercado em ascensão, cresceu 61% de 2010 a 2018. Segundo a Abinam - Associação Brasileira da Indústria de Água Mineral -, o Brasil é 4º maior produtor de água engarrafada. O setor cresce 7,6% ao ano no mundo e já bate o de refrigerantes. Os aumentos maiores ocorreram nos estados de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Fonte-http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,o-mercado-de-7-bi-de-litros,342621,0.htm (04/10/2019).

Estudo da empresa Canadean indicou que, em 2015, o consumo global de água acondicionada em garrafas e copos estaria atingindo 233 bilhões de litros. As águas engarrafadas representam a categoria de maior crescimento também nos Estados Unidos. No período entre 1976 e 2013, a taxa de crescimento anual foi de 9,5%, muito acima das outras categorias.

Várias tendências têm contribuído para esse expressivo crescimento, entre as quais a identificação das características puras, funcionais e isentas de calorias das águas engarrafadas. Além da nutrição e funcionalidade que as águas oferecem aos consumidores, as versões carbonatadas têm se destacado como uma alternativa para os consumidores que migram das bebidas carbonatadas tradicionais, mas não querem abdicar da refrescância e do sabor que essas proporcionam.

Referncia - Produção de Água mineral engrrafada Fonte: http://www.revistaaguaevida.cpm.br 2018

Investindo em inovação e seguindo a tendência mundial, a indústria de bebidas não alcoólicas brasileira já oferece algumas opções de águas com aromas de limão e tangerina, por exemplo. O hábito, cada vez mais comum entre os brasileiros, de adicionar frutas, flores e ervas para deixar a água mais atraente é a inspiração da indústria para novas bebidas leves e com um toque especial de sabor.

Além do potencial de crescimento no mercado interno, a produção de água mineral será um negócio estratégico para o Brasil, que concentra 30% das reservas mundiais e explora menos de 10% desse recurso.

Fonte: https://abir.org.br/aguas-envasadas-crescimento-e-inovacao/ (25 de maio de 2018).

Com todo o cenário favorável, esse é um setor com certa complexidade de atuação, não cabendo amadorismo. O empreendedor desse ramo deve estudar bem o mercado antes de investir na montagem do empreendimento. Por isso, sugere-se estudar o mercado em três âmbitos, conforme destacados abaixo:

III – 21.4.4.2.1 - Mercado consumidor.

A fim de dimensionar esse mercado, o empreendedor deverá pesquisar os indicadores econômicos e sociais da região em que pretende abrir a empresa. É essencial que se analisem alguns índices como: tamanho da população, população economicamente ativa, índice de potencial do consumo, índice de desenvolvimento humano, etc.

Sugere-se que essas informações sejam pesquisadas periodicamente nos sites do IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada -; do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -; do PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento –; da Fundação Getúlio Vargas e nas Prefeituras e nas Prefeituras.

O estudo dos clientes é uma das etapas mais importantes na estruturação do empreendimento. O empreendedor deverá identificar e conhecer melhor seu cliente. Por isso, de uma maneira simples, o empreendedor necessita saber:

a)      - As características gerais dos clientes: idade, sexo, profissão, salário, endereço;

b)      - Quais são os interesses e o comportamento da clientela: a quantidade de litros de água que compram e com que frequência o faz que preço pague ou estão dispostos a pagar pelos produtos;

c)      - O que motiva as pessoas a fazer uma compra do produto: o preço, a qualidade, as formas de pagamento, etc.;

d)     - Onde estão os clientes: o tamanho do mercado em que irá atuar - será apenas na cidade, no estado inteiro? Os clientes encontrarão seus produtos com facilidade?

III – 21.4.4.2.2 - Mercado concorrente.

Para conhecer o concorrente, é necessário identificar as empresas que trabalham com produtos iguais e/ou semelhantes no raio de atuação em que a nova empresa atuará.

A partir daí, realizam-se visitas e examinam-se os pontos fortes e fracos desses concorrentes em relação a:

a)      - Qualidade dos produtos oferecidos ao mercado;

b)      - Preço praticado para cada item;

c)      - Localização da engarrafadora e pontos de vendas;

d)     - Condições de pagamento: prazos, descontos, etc.;

e)      - Qualidade do atendimento prestado;

f)       - Serviços adicionais: serviços de entrega, reposição de mercadorias, garantias oferecidas, horários de funcionamento, etc.

Após essa análise, devem-se realizar comparações e visualizar se a nova empresa poderá competir com as analisadas, se há espaço para mais um empreendimento do mesmo ramo, e o que a nova empresa terá de diferencial para que os clientes deixem de comprar do concorrente, etc.

III – 21.4.4.2.3 - Mercado fornecedor.

A relação com o mercado fornecedor também deve se basear na sustentabilidade. Podem-se priorizar fornecedores locais como organizações regionais e cooperativas locais para que a economia da região seja beneficiada com as atividades da empresa, uma prática socialmente justa. Da mesma forma, a preocupação com o meio ambiente também deve ser levada em consideração a partir da escolha por empresas, cujas políticas e diretrizes sociais e ambientais estejam alinhadas com as suas, não sendo somente informações para autovalorização da marca. A questão da sustentabilidade econômica também deve ser observada nas negociações com os fornecedores, que devem ser justas e apresentar viabilidade para ambas as partes do negócio.

Fatores que devem ser analisados para a escolha de um fornecedor:

a)      Distância física;

b)     Referências;

c)      Custo do frete;

d)     Qualidade;

e)      Capacidade de fornecimento;

f)       Preço;

g)      Prazo;

h)      Forma de pagamento e de entrega.

Assim resumidamente podemos destacar as seguintes oportunidades e ameaças:

 

 

III – 21.4.4.2.3.1 - Oportunidades.

a)      Mercado de água engarrafada em constante ascenção;

b)      Crescente consumo por produtos saudáveis;

c)      Expansão do mercado de frutas cristalizadas, secas ou desidratadas;

d)     Aquecimento global;

e)      Mercado brasileiro cresce 8% acima do mercado mundial;

III – 21.4.4.2.3.2 - Ameaças.

f)       Instabilidade econômica e política no país;

g)      Sazonalidade;

h)      Baixas barreiras de entrada no mercado;

i)        Futura escassez do produto, devido ao desperdício e falta de controle.

O empreendedor deverá ter atenção especial com os fornecedores das embalagens, pois a tendência é de se produzir produtos biodegradáveis a fim de minimizar as críticas em relação ao impacto das embalagens plásticas.

III – 21.4.4.2.3.3. Localização.

A localização de uma indústria de água mineral deve obedecer, primeiramente, a existência de lençol freático no local com água pura, comprovadamente de boa qualidade e que esteja localizada em área que não apresente risco de contaminação (exemplo: indústria química e similares, área urbana com concentração de edificações, rede de esgotos, entre outros).

A área pode ser própria ou alugada, o que impacta no custo para o desenvolvimento do negócio. É positivo que a área utilizada para a construção da indústria (ponto de extração de água) seja razoavelmente próxima de centros de consumo e distribuição, para facilitar a logística das operações.

O local deve ter área ampla, tanto para as instalações como para a manobra dos veículos de transporte dos produtos. Uma área de estacionamento é necessária tanto para os veículos próprios como eventualmente para clientes que venham à sede da indústria, se for o caso.

Na hipótese de montagem de loja para vendas no local, deve haver área para tal, com boas condições de apresentação física e acessibilidade para os clientes. Na maioria dos casos, entretanto, a forma de venda é em pontos externos à indústria.

Nota-se que as vias de acesso são de grande relevância para o escoamento dos produtos, já que a logística é um dos pontos cruciais deste negócio.

Em relação aos custos, na tomada de decisão para localização do negócio, analise fatores tais como custo de adaptação do imóvel para a atividade, aluguel, manutenção, necessidade de vale-transporte para os empregados, entre outros itens.

III – 21.4.4.2.3.4. Exigências Legais e Específicas.

Para abrir uma empresa, o empreendedor poderá ter seu registro de forma individual ou em um dos enquadramentos jurídicos de sociedade. Ele deverá avaliar as opções que melhor atendam suas expectativas e o perfil do negócio pretendido.

O contador, profissional legalmente habilitado para elaborar os atos constitutivos da empresa e conhecedor da legislação tributária, poderá auxiliar o empreendedor neste processo.

III – 21.4.4.2.3.4.1 - Para abertura e registro da empresa é necessário realizar os seguintes procedimentos:

a)      Registro na Junta Comercial;

b)      Registro na Secretaria da Receita Federal (CNPJ);

c)      Registro na Fazenda Estadual;

d)     Registro na prefeitura municipal, para obter o alvará de funcionamento;

e)      Cadastramento junto à Caixa Econômica Federal no sistema “Conectividade Social – INSS/FGTS”;

f)       Registro no Corpo de Bombeiros Militar: órgão que verifica se a empresa atende as exigências mínimas de segurança e de proteção contra incêndio, para que seja concedido o “Habite -se” pela prefeitura.

g)      Contribuição Sindical - A Lei 13.467, de 13 de julho de 2017, denominada Reforma Trabalhista, altera o art. 579 da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – e a contribuição sindical passa a ser facultativa a partir de janeiro de 2018. Isso vale tanto para sindicatos patronais quanto para os trabalhadores (funcionários).

h)      Obtenção do alvará de licença sanitária – Adequar às instalações de acordo com o Código Sanitário (especificações legais sobre as condições físicas). Em âmbito federal a fiscalização cabe a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, nos estados e municípios fica a cargo das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde (quando for o caso). Deve-se preparar e enviar o requerimento ao Chefe do DFA/SIV do seu Estado, solicitando a vistoria das instalações e equipamentos.

III – 21.4.4.2.3.4.2 - Importante:

Para a instalação do negócio é necessário realizar consulta prévia de endereço na Prefeitura Municipal/Administração Regional, sobre a Lei de Zoneamento.

As leis, decretos, portarias, resoluções frequentemente sofrem revisões (atualizações), em virtude de novos acontecimentos ou pela necessidade de melhorar interpretações em relação ao seu conteúdo, função, abrangência ou penalidade. Portanto as leis citadas neste material estão atualizadas, mas a qualquer momento podem mudar. Para saber se estão utilizando a mais atual fiquem atentos as indicações de revisões, digitando as características da lei, exemplo: ‘Decreto-Lei nº. 986”, sem a data, em um site de busca e aparecerá nas 10 primeiras opções (links para acesso web), com as sugestões mais recentes.

A Lei Complementar 123/2006 (Estatuto da Micro e Pequena Empresa) e suas alterações estabelecem o tratamento diferenciado e simplificado para microempresas e pequenas empresas. Isso confere vantagens aos empreendedores, inclusive quanto à redução ou isenção das taxas de registros, licenças, etc.

III – 21.4.4.2.3.4.3 - Demais legislações e acordos relacionados à atividade:

Segundo o DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral, a exploração de água mineral no Brasil obedece ao Código de Mineração e ao Código de Águas Minerais, que constituem os instrumentos básicos legais reguladores da pesquisa e da lavra das Águas Minerais e Potáveis de Mesa no território nacional.

Os procedimentos de controle de qualidade sanitária da água, em todas as suas etapas de processo, incluindo captação, distribuição, armazenamento, envase, transporte e exposição do produto à venda, a fim de garantir as condições de higiene sanitária do produto final, são disciplinadas também por portarias e resoluções editadas pelo Ministério da Saúde (ANVISA) e fiscalizadas pelas Secretarias de Saúde dos Estados e Municípios.

É importante consultar, antes de abrir o negócio, os órgãos reguladores da atividade em específico e em âmbito geral:

a.      DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral;

b.      ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária;

c.       ANA – Agência Nacional de Águas;

d.      Ministério do Meio Ambiente;

e.       Ministério de Minas e Energia.

III – 21.4.4.2.3.4.4 -Entre os decretos e resoluções mais relevantes, destacam-se:

a.       Decreto-Lei Nº 7.841, de 8 de agosto de 1945 Código de Águas Minerais;

b.      RDC nº 173/06 – ANVISA.

É importante que o empreendedor conheça o código de águas naturais disponível no site da Abinam: http://www.abinam.com.br/materias.php?cd_secao=34&codant=

III – 21.4.4.2.3.4.5. Estrutura.

A estruturação da indústria Engarrafadora de Água Mineral é relativamente simples, desde que observadas as orientações descritas no item Localização. A maioria das empresas deste ramo apresenta-se em forma de galpões ou prédios amplos, com áreas separadas para o estoque de recipientes vazios, para a lavagem e higienização, enchimento, fechamento (tampas), rotulagem e estoque inicial e estoque de produtos acabados.

É necessária uma área total aproximada de 30.000m², incluindo-se nestas medidas o pátio para a movimentação de produtos e dos veículos.

A área destinada à produção deve ser de 200m², considerando o espaço para os recipientes (garrafões, garrafas e copos) vazios, para as máquinas e para o estoque inicial do produto acabado. Para o estoque principal, necessita-se de mais 200m², principalmente para o espaço destinado aos garrafões de 20L. Ressalta-se que os garrafões e garrafas permanecem em tempo mínimo no estoque, pois devem ser entregues rapidamente.

O espaço destinado à administração gira em torno de 50m², podendo ser instalado em andar superior ou em um 2º nível dentro do prédio.

Deve existir sala de entrada para clientes, juntamente com a secretaria, sala de reuniões e sala de gerentes e diretores, mesas, cadeiras e equipamentos de informática e comunicação adequados para os funcionários.

Como em qualquer outro empreendimento, os departamentos deverão ser separados da melhor forma para que seja possível conseguir a maior produtividade possível de cada colaborador. Quanto ao imóvel escolhido para instalação da empresa, ele deve oferecer a infraestrutura necessária para a instalação do negócio e, ainda, propiciar o seu crescimento. Entre os aspectos de infraestrutura que devem ser observados citamos a disponibilidade de internet banda larga, água, gás, eletricidade, rede de esgoto, vias de transportes e de comunicação, etc. Cuidado com imóveis situados em locais sem ventilação, úmidos, sujeitos a inundações ou próximos às zonas de risco. Consulte a vizinhança a respeito.

III – 21.4.4.2.3.4.6.  Pessoal.

Selecionar as pessoas que irão trabalhar na sua empresa exige que considere cuidadosamente as habilidades específicas exigidas para cada tipo de atividade que desenvolverão. Para o início de uma pequena indústria engarrafadora de água mineral, a equipe necessária é reduzida: aproximadamente 12 pessoas, com a seguinte distribuição:

a)      Produção: 5 funcionários, sendo 1 supervisor e 4 auxiliares de produção. Os auxiliares de produção devem apresentar ensino médio completo e atuarão nos processos de monitoramento da extração, higienização, engarrafamento, rotulagem, expedição e controle de qualidade. Todos estes funcionários necessitam de treinamento específico para o trabalho, a ser fornecido por consultor especializado no início das operações, podendo ter um multiplicador interno daí em diante.

b)      Estoque e entregas: 4 funcionários, sendo 2 motoristas e 2 ajudantes de Entregas. Todos devem possuir o Ensino Fundamental completo e boas condições físicas, pois o trabalho braçal do transporte e entrega é bastante estafante. Os Motoristas necessitam de carteira de habilitação tipo “D” ou “E” para conduzir os caminhões da firma. Orientações sobre atendimento a clientes, roteirização de entregas, controle de prazos e perdas e manutenção dos veículos são altamente recomendáveis.

c)      Administração: 3 funcionários, sendo 1 gerente administrativo-financeiro, que normalmente é o proprietário do negócio, 1 assistente administrativo-financeiro e 1 secretária. O gerente administrativo-financeiro coordenará toda a operação comercial para os pontos de vendas, logística, faturamento, contas a pagar e receber, finanças e administração em geral. Os assistentes executarão as atividades operacionais ligadas ao gerente, subsidiando-o com todas as informações demandadas. A secretária realizará as atividades de atendimento telefônico, controle de agenda de reuniões e eventos, recados, contatos com clientes e fornecedores e demais atividades de escritório. É desejável que estes funcionários possuam experiência prévia em atividades similares.

Os funcionários devem apresentar perfil comportamental adequado para o negócio, com bom nível de energia, interesse e motivação, para que se identifiquem com a missão da empresa e cresçam junto com ela.

Para a área de produção e entregas, deve haver pessoas com alto grau de observação para controle de qualidade e higiene, bom nível de objetividade e agilidade para o setor de engarrafamento e rotulagem, assim como para os funcionários de expedição e entregas.

Ressalta-se ainda que o proprietário do negócio deva estar presente em todas as operações da empresa, principalmente acompanhando a área de controle da qualidade do produto final, vendas e estoque, bem como a parte de gestão administrativo-financeira da empresa.

Recomenda-se ainda a adoção de uma política de retenção de pessoal, oferecendo incentivos e benefícios de natureza financeiros ou outros. Assim, a empresa poderá diminuir os níveis de rotatividade e obter vantagens como a criação de vínculo entre funcionários e clientes e ainda a diminuição de custos com:

a)      Recrutamento e seleção;

b)      Treinamento de novos funcionários;

c)      Custos com demissões.

III – 21.4.4.2.3.4.7. Equipamentos.

Para iniciar uma empresa Engarrafadora de Água Mineral, podem ser adquiridas máquinas novas ou usadas, que implicam em diferenças de valores de até 50%. As máquinas a serem adquiridas devem ser de acordo com a linha e envase, ou seja, o tipo de recipiente (vasilhame) a ser comercializado: galões, garrafas ou copos. A linha de maquinário também dependerá da área da mina, vazão da fonte e disponibilidade de investimento.

Os principais componentes para uma linha de galões de 10 e 20L, considerada a mais simples e mais indicada para início de operações, são:

a)      Bomba d’água;

b)      Máquina lavadora;

c)      Câmara germicida (10 e 20 litros);

d)     Reservatório de 40.000 litros;

e)      Esteira;

f)       Enchedora rotativa;

g)      Máquina tampadora;

h)      Rotuladora (a rotulagem pode ser inicialmente manual);

i)        Móveis e utensílios.

Para processo de gaseificação, o maquinário é consideravelmente mais caro.

Caso a empresa tenha a intenção de realizar o transporte e distribuição, será necessário um caminhão de pequeno porte ou carros utilitários adequados.

Os valores das máquinas variam de marca para marca e a concentração de empresas fabricantes deste maquinário localiza-se principalmente nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.

III – 21.4.4.2.3.4.8. Matéria Prima/Mercadoria.

A gestão de estoques no varejo é a procura do constante equilíbrio entre a oferta e a demanda. Este equilíbrio deve ser sistematicamente verificado por meio indicadores de desempenho. Entre vários indicadores chamamos atenção especial para os três seguintes:

1 - Giro dos estoques: o giro dos estoques é um indicador do número de vezes em que o capital investido em estoques é recuperado através das vendas. Usualmente é medido em base anual e tem a característica de representar o que aconteceu no passado.

Obs.: Quanto maior for a frequência de entregas dos fornecedores, logicamente em menores lotes, maior será o índice de giro dos estoques, também chamado de índice de rotação de estoques.

2 - Cobertura dos estoques: o índice de cobertura dos estoques é a indicação do período de tempo que o estoque, em determinado momento, consegue cobrir as vendas futuras, sem que haja suprimento.

3 - Nível de serviço ao cliente: o indicador de nível de serviço ao cliente para o ambiente do varejo, isto é, aquele segmento de negócio em que o cliente quer receber a mercadoria, ou serviço, imediatamente após a compra; demonstra o número de oportunidades de venda que podem ter sido perdidas, pelo fato de não existir a mercadoria em estoque ou não se poder executar o serviço com prontidão.

Portanto, o estoque dos produtos deve ser mínimo, visando gerar o menor impacto na alocação de capital de giro. O estoque mínimo deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa.

A matéria-prima, água mineral, deve ser preferencialmente localizada em fonte e propriedade própria do empresário, para não incorrer em custos adicionais de direito de extração. Os tipos de água mineral são descritos abaixo.

Quanto a composição química, as águas minerais naturais são assim classificadas:

a.       Oligominerais: aquelas que contêm diversos tipos de sais, todos em baixa concentração.

b.      Radíferas: quando contêm substâncias radioativas dissolvidas, que lhes atribuam radioatividade permanente.

c.       Alcalina-bicarbonatadas: as que contêm, por litro, uma quantidade de compostos alcalinos equivalentes a, no mínimo, 0,200g de bicarbonato de sódio.

d.      Alcalino-terrosas: as que contêm, por litro, uma quantidade de alcalinos terrosos equivalentes a, no mínimo, 0,120g de carbonato de cálcio.

e.       Alcalino-terrosas cálcicas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,048g de cátion Ca, sob a forma de bicarbonato de cálcio.

f.       Alcalino-terrosas magnesianas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,030g de cátion Mg, sob a forma de bicarbonato de magnésio.

g.      Sulfatadas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,100g do ânion SO4, combinado aos cátion Na, K e Mg.

h.      Sulfurosas: as que contêm, no mínimo, 0,001g do ânion S.

i.        Nitratadas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,100g de ânion NO3 de origem mineral.

j.        Cloretadas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,500g de NaCl.

k.      Ferruginosas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,005g de cátion Fe.

l.        Radioativas: as que contêm radônio em dissolução.

m.    Fracamente Radioativas: as que apresentam, no mínimo, um teor em radônio compreendido entre 5 e 10 unidades Mache, por litro, a 20°C e 760mm de Hg de pressão;

n.      Radioativas: as que apresentam um teor em radônio compreendido entre 10 e 50 unidades Mache por litro, a 20° C e 760mm de Hg de pressão.

o.      Fortemente Radioativas: as que possuírem um teor em radônio superior a 50 unidades Mache, por litro, a 20°C e 760mm de Hg de pressão.

p.      Toriativas: as que possuem, por litro, no mínimo, um teor em torônio em dissolução equivalente, em unidades eletrostáticas, a 2 unidades Mache.

q.      Carbogasosas: as que contêm, por litro, 200ml de gás carbônico livre dissolvido, a 20°C e 760mm de Hg de pressão.

Os vasilhames devem ser plásticos e próprios para o acondicionamento de água mineral. Não podem apresentar riscos de intoxicação ou contaminação. Existem vasilhames e garrafas opacas e transparentes, sendo estas últimas as mais caras, porém mais apreciadas pelos consumidores devido à aparência de limpeza e pureza. Tipos de vasilhames e produtos finais:

a.       Galões de 20L;

b.      Galões de 5L;

c.       Garrafas de 2L;

d.      Garrafas de 1,5L;

e.       Garrafas de 500ml;

f.       Garrafas de 350ml;

g.      Copos de 200ml.

Serão necessárias, finalmente, as tampas e rótulos. As tampas podem ser adquiridas em indústrias plásticas de embalagens e os rótulos normalmente em gráficas ou também em indústrias de embalagens.

III – 21.4.4.2.3.4.9. Organização do Processo Produtivo.

O processo de extração e engarrafamento de água mineral basicamente segue 8 etapas:

1.      Lavagem e higienização: os garrafões ou garrafas (recipientes) são lavados e higienizados em equipamentos próprios para esterilização, garantido as condições para o engarrafamento da água sem contaminação;

2.      Captação (bombeamento) da fonte ao reservatório: por meio de bomba d’água apropriada, é captada a água de acordo com a capacidade de vazão e velocidade determinada para a produção;

3.      Filtragem: do reservatório para o envaze, a água é filtrada para garantir sua pureza antes do acondicionamento nos vasilhames;

4.      Envaze: a água é engarrafada nos recipientes de 20L, 10L ou 5L (processo simplificado para indústria iniciante);

5.      Lacre (ou tampagem): os vasilhames são tampados e lacrados por máquina própria;

6.      Rotulagem: são colados os rótulos com o nome da empresa (marca), informações quantitativas, qualitativas, normas de qualidade e demais informações. Este processo pode ser manual para evitar dispêndio adicional com máquina rotuladora;

7.      Inspeção final: é realizada uma inspeção visual e controle de qualidade para eliminar não-conformidades como furos, vazamentos ou contaminação do produto e garantir a limpeza do vasilhame;

8.      Estocagem, expedição e distribuição: os produtos finais são estocados em espaço determinado, limpo, ao abrigo da luz e chuva.

9.      Caso a empresa realize entregas e distribuição, os vasilhames serão carregados para um caminhão ou utilitário para a realização das entregas.

10.  Devem ser observadas as condições de temperatura e umidade adequadas e quaisquer possibilidades de contaminação, para evitar perdas e problemas com fiscalizações ou reclamações de clientes.

11.  A empresa deve manter atenção constante em relação a preservação do meio ambiente. Além disso, deve também estar atento com a higiene, principalmente dos garrafões retornáveis. Neste contexto, o DNPM publicou a Portaria nº 358, de 2009, que disciplina o prazo de validade dos garrafões de 10 e 20 litros, que passou a ser de três anos, prazo esse no qual um galão suporta os desgastes decorrentes de sua manutenção e transporte.

III – 21.4.4.2.3.4.10. Automação.

A automação das atividades industriais/comerciais é um dos principais requisitos para uma participação mais competitiva de uma empresa no mercado nacional e internacional. Nesse sentido, é necessário manter sob controle e decisão um número crescente de aspectos relacionados com a produção e a venda, inclusive aqueles que estejam vinculados com as áreas: comercial, suprimento, estocagem, manutenção e logística.

No ramo de engarrafamento de água mineral, a automação pode ocorrer tanto no processo produtivo como na administração da empresa.

À medida que a empresa cresce e apresenta maior disponibilidade de recursos, pode investir em maior número de máquinas para substituir processos manuais, como, por exemplo, a rotulagem dos recipientes, maior número e extensão de esteiras e mesas acumuladoras, entre outros.

Existem diversos sistemas informatizados que podem auxiliar o empreendedor na gestão de uma pequena empresa. Deve-se procurar softwares de custo acessível e compatível com uma pequena empresa. O ideal é que o empreendedor procure apoio de profissionais qualificados para prestar uma assessoria na definição de um software amigável e de fácil manuseio para tirar o máximo de produtividade da ferramenta.

III – 21.4.4.2.3.4.11. Canais de Distribuição.

Os canais de distribuição são os meios utilizados pelas empresas para escoar sua produção e ofertar seus serviços. A importância dos canais de distribuição é fundamental e seu custo pode representar uma parcela considerável do preço final do produto vendido ao consumidor; os canais não só satisfazem a demanda através de produtos e serviços no local, em quantidade, qualidade e preço corretos, mas, também, têm papel fundamental no estímulo à demanda, através das atividades promocionais dos componentes ou equipamentos atacadistas, varejistas, representantes ou outros.

Os canais de distribuição dependem das condições da empresa em termos de localização, densidade demográfica, fluxo de pessoas, condições de acesso e área disponível. Uma opção seria a venda direta através de ponto de venda localizado na própria indústria, dependendo das condições acima citadas.

Para todos os casos abaixo, são necessários veículos como caminhões ou utilitários para realizar a distribuição dos produtos:

a.       Entregas sob demanda: de acordo com as vendas ou contratos fechados, é realizada uma rota de entregas na cidade para outras empresas, órgãos governamentais ou residências;

b.      Postos de gasolina e lojas de conveniência: costumam ser ótimos pontos de venda e distribuição, pois o fluxo alto e a conveniência de o consumidor estar em seu carro para poder transportar o produto para casa são grandes atrativos. Os produtos podem ser localizados internamente, no caso de vasilhames menores, ou externamente ao estabelecimento, no caso de galões;

c.       Mercados, supermercados e hipermercados: de acordo com o tipo de produto (tamanho do vasilhame) e com a dinâmica de fornecimento, são os meios mais massivos e eficientes. Os produtos podem ser localizados internamente, no caso de vasilhames menores, ou externamente ao estabelecimento, no caso de galões;

d.      Bares e restaurantes: mais indicados para os menores vasilhames, como garrafas e copos de água mineral, onde apresenta grande demanda;

e.       Lanchonetes e quiosques: também mais indicados para os menores vasilhames, como garrafas e copos de água mineral.

III – 21.4.4.2.3.4.12. Investimentos.

O valor a ser investido num novo negócio envolve um conjunto de fatores, identificados ao longo do processo de instalação do empreendimento. O investimento para o início das atividades varia de acordo com o porte do empreendimento e os produtos e serviços que serão oferecidos.

Para uma empresa Engarrafadora de Água Mineral de pequeno porte se estima um investimento inicial aproximado da ordem de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), considerando que muitas máquinas e equipamentos serão adquiridos usados, pois para máquinas e equipamentos novos este valor pode dobrar.

1 - INVESTIMENTOS FIXOS

1.1 - Máquinas e equipamentos

Item     Valor unitário

Bomba d’água, Câmara germicida, Enchedora rotativa, Máquina tampadora, Rotuladora, Esteira, etc.        R$ 400.000,00

Veículos.         R$ 70.000,00

1.2 - Equipamentos de informática

Item     Valor unitário

Telefone, Computador e Impressora R$ 8.000,00

1.3 – Móveis e utensílios

Item     Valor unitário

Mobiliário do Escritório        R$ 2.500,00

Mesas, Cadeiras, Poltronas   R$ 10.000,00

2 - INVESTIMENTOS PRÉ-OPERACIONAIS

Item     Valor unitário

Reformas        R$ 80.000,00

Registro da empresa  R$   2.000,00

3 - INVESTIMENTOS FINANCEIROS

Item     Valor unitário

Capital de giro           R$ 20.000,00

Formação Estoque Inicial     R$ 7.500,00

INVESTIMENTO TOTAL (1+2+3)  R$ 600.000,00

PREVISÃO DE FATURAMENTO

Faturamento mensal   R$ 130.000,00

* os itens descritos nas tabelas são exemplos que devem ser considerados, porém existem outros que devem ser também detalhados, para o seu negócio.

**Acesse http://simulador.ms.sebrae.com.br e veja exemplos de pesquisas estimando valores e faça a sua simulação.

***Os custos dos itens descritos na tabela são meras estimativas, pois estes dependem de tamanho do negócio, fornecedores, regiões do país, etc.

Antes de montar sua empresa, é fundamental que o empreendedor elabore um Plano de Negócios, onde os valores necessários à estruturação da empresa podem ser mais detalhados, em função: regionalidade, dificuldades financeiras, objetivos estabelecidos de retorno e alcance de mercado. O capital de giro necessário para os primeiros meses de funcionamento do negócio também deve ser considerado neste planejamento.

Nessa etapa, é indicado que o empreendedor procure o Sebrae para consultoria adequada ao seu negócio, levando em conta suas particularidades. O empreendedor também poderá basear-se nas orientações propostas por metodologias de modelagem de negócios, em que é possível analisar o mercado no qual estará inserido, mapeando o segmento de clientes, os atores com quem se relacionará, as atividades chave, as parcerias necessárias, sua estrutura de custos e fontes de receita.

III – 21.4.4.2.3.4.13. Capital de Giro.

Capital de giro é o montante de recursos financeiros que a empresa precisa manter para garantir fluidez dos ciclos de caixa. O capital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa (inclusive banco) da empresa para suportar as oscilações de caixa.

ITEM  QUANTIDADE        VALOR UNITÁRIO

Reserva de Caixa       1          R$ 27.500,00

* Esta é meramente uma estimativa de valor, o seu capital de giro deve variar entre 20 e 30% do valor do investimento para operação. No exemplo temos um investimento estimado (tópico anterior) de R$ 600.000,00. Assim uma reserva (capital de giro e estoque inicial) de R$ 27.500,00

Quanto maior o prazo concedido aos clientes para pagamento e quanto maior o prazo de estocagem, maior será a necessidade de capital de giro do negócio. Portanto, manter estoques mínimos regulados e saber o limite de prazo a conceder ao cliente pode amenizar a necessidade de imobilização de dinheiro em caixa. Prazos médios recebidos de fornecedores também devem ser considerados nesse cálculo: quanto maiores os prazos, menor será a necessidade de capital de giro.

O empreendedor deverá ter um controle orçamentário rígido, de forma a não consumir recursos sem previsão, inclusive valores além do pró-labore. No início, todo o recurso que entrar na empresa nela deverá permanecer, possibilitando o crescimento e a expansão do negócio. O ideal é preservar recursos próprios para capital de giro e deixar financiamentos (se houver) para máquinas e equipamentos.

Sempre será muito útil que se tenha certo montante de recursos financeiros reservado para que o negócio possa fluir sem sobressaltos, especialmente no início do projeto. No entanto, ter esse recurso disponível não é suficiente porquanto ser premissa sua boa gestão, ou seja, somente deverá ser utilizado para honrar compromissos imediatos ou lidar com problemas de última hora.

 

 

III – 21.4.4.2.3.4.14. Custos.

Os custos dentro de um negócio são empregados tanto na elaboração dos serviços ou produtos quanto na manutenção do pleno funcionamento da empresa. Entre essas despesas, estão o que chamamos de custos fixos e custos variáveis.

CUSTOS VARIÁVEIS

São aqueles que variam diretamente com a quantidade produzida ou vendida, na mesma proporção.

Custos de materiais

Item    Quantidade     Valor unitário

Matéria-Prima ou mercadoria            50        R$ 6.000,00

Custos dos impostos

Item    %         Valor unitário

Simples           9 % do faturamento bruto (R$ 130.000,00)  R$ 11.700,00

Custos com vendas

Item    %         Valor unitário

Propaganda    1 % do faturamento bruto (R$ 130.000,00)  R$    1.300,00

Comissões                 

Custos fixos

São os gastos que permanecem constantes, independente de aumentos ou diminuições na quantidade produzida e vendida. Os custos fixos fazem parte da estrutura do negócio.

Salários e encargos

Função            Quantidade     Salário unitário

Salários, comissões e encargos.         5          R$ 15.000,00

Pró Labore      1          R$ 6.000,00

Depreciação

Ativos fixos    Valor total      Vida útil (anos)          Depreciação

Móveis e utensílios     R$ 12.500,00  5          R$    209,00

Maquinas e equipamentos      R$ 470.000,00            10        R$    3.916,00

Equipamentos informática     R$ 8.000,00    5          R$    133,00

Despesas fixas e administrativas

Item    Valor unitário

Aluguel, condomínio e segurança     R$ 10.000,00

Agua, luz, telefone e internet            R$   4.800,00

Material de limpeza, higiene e escritório       R$    800,00

Assessoria contábil     R$    700,00

Armazenamento e transporte R$    5.400,00

III – 21.4.4.2.3.4.15. Diversificação/Agregação de Valor.

Agregar valor é dar um salto de qualidade em uma ou mais características do produto ou serviço, que de fato são relevantes para a escolha do consumidor. Não basta possuir algo que os produtos concorrentes não oferecem. É necessário que esse algo a mais seja reconhecido pelo cliente como uma vantagem competitiva e aumente o seu nível de satisfação com o produto ou serviço prestado. Além disso, para agregar valor, não basta reduzir custos, é preciso conhecer bem o mercado no qual a empresa atua, bem como as preferências dos clientes.

Para diversificar e agregar valor em um negócio como Engarrafamento de Água Mineral, a criatividade deve estar aliada ao controle de qualidade e atendimento às normas dos órgãos reguladores, o DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral e a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

A empresa pode agregar valor a partir, primeiramente, da oferta de mais opções de produtos. A variação costuma ser aplicada gradualmente nos recipientes (embalagens de diferentes volumes), pois inicia-se com a comercialização de garrafões de 20L, passando-se para garrafas de 1,5L, 500ml, 350ml e copos de 200ml.

Esta diversificação permite atingir um público cada vez mais diferenciado, pois as encomendas de garrafões de 20L destinam-se para consumo massivo em empresas ou residências, por exemplo, enquanto que as embalagens menores são consumidas em ocasiões diversas e vendidas em maior quantidade. Por exemplo, em eventos esportivos a demanda por garrafas de 500ml e copos de 200ml é grande, assim como a venda em postos de gasolina, bares, lanchonetes e restaurantes.

Uma segunda linha de diversificação pode ser aplicada com a oferta de diferenciação no próprio produto: água com adição de diferentes sais minerais e elementos benéficos à saúde, além de água com sabores de limão, quinino e água com gás.

Outra forma de agregar valor ao produto é investir em serviços. Por exemplo, entregas domiciliares e em empresas, contratos para entregas emergenciais em eventos noturnos, eventos esportivos, entre outras possibilidades. Para estes casos a empresa deve estar com grau avançado de desenvolvimento para suportar a estrutura de custos e a operação dos serviços.

Neste tópico foram apresentadas apenas algumas opções de diversificação / agregação de valor para um empreendimento de engarrafamento de água mineral. Vale ressaltar que sempre é possível propor melhorias e novidades, para isso é indicado observar hábitos, ouvir as pessoas e criar novos produtos e novos serviços, com o objetivo de ampliar os níveis de satisfação dos clientes.

III – 21.4.4.2.3.4.16. Divulgação.

A propaganda é um importante instrumento para tornar a empresa e seus produtos conhecidos pelos clientes potenciais. O objetivo da propaganda é construir uma imagem positiva frente aos clientes e tornar conhecidos os produtos e serviços oferecidos pela empresa. A divulgação e propaganda de uma empresa Engarrafadora de Água Mineral costuma ser realizada de forma a fixar o produto no local de consumo e de bom fluxo de pessoas, ao alcance do consumidor. A publicidade normalmente não é massiva e agressiva, na maioria dos casos, pois o produto possui aceitação plena no mercado e a variação das águas minerais é muito pequena.

A logomarca possui grande apelo para este tipo de produto. Sua elaboração deve exprimir a imagem de pureza, saúde e beleza no rótulo do produto, para atrair o consumidor e transmitir a ideia de confiança na qualidade da água ingerida.

Entretanto, algumas empresas realizam a divulgação de suas marcas nos próprios pontos de vendas, utilizando-se principalmente de cartazes e banners. Muitos empresários também realizam divulgações deste tipo em eventos esportivos e feiras e congressos, inclusive patrocinando atletas e entidades diversas.

A fixação da marca neste ramo ocorre mais em função de sua presença em órgãos governamentais, empresas, bares e restaurantes, por meio da exposição da logo no rótulo do produto. A divulgação em pontos de venda como supermercados e lojas de conveniência exige que o empresário monitore seu produto, se está bem localizado, com a marca visível e com fácil acesso para o consumidor.

Portanto, as formas mais eficientes e recomendáveis de divulgação são:

1.        - Venda direta: equipe de vendedores treinada para atender revendedores, atacadistas, varejistas, etc.;

2.        - Merchandising: a promoção da chamada “positivação” no ponto de vendas é bastante interessante. O empresário pode promover a distribuição para degustação gratuita em grandes supermercados e eventos desportivos, destacando as qualidades e diferenciais de sua água mineral.

3.        - Placas e Outdoors;

4.        - Site na internet.

A mídia mais adequada é aquela que tem linguagem adequada ao público-alvo, se enquadra no orçamento do empresário e tem maior penetração e credibilidade com o cliente. Outra estratégia interessante para um empreendimento de Engarrafamento de Águas é a participação em feiras e eventos relacionados ao setor.

III – 21.4.4.2.3.4.17. Informações Fiscais e Tributárias.

a)      Optantes do SIMPLES Nacional.

 

Este segmento de empresa poderá optar pelo Simples Nacional - Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006. Os pequenos negócios podem optar pelo Simples, desde que sua categoria esteja contemplada no regime, a receita bruta anual de sua atividade não ultrapasse R$ 360 mil para microempresa e R$ 4,8 milhões para empresa de pequeno porte e sejam respeitados os demais requisitos previstos na Lei.

 

Nesse regime, o empreendedor de ME e EPP poderá recolher os seguintes tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é gerado no Portal do SIMPLES Nacional (http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional):

 

a.              IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica);

b.             CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido);

c.              PIS (Programa de Integração Social);

d.             COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);

e.              CPP (Contribuição Previdenciária Patronal);

f.              ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): para empresas do comércio

g.             ISS (Imposto Sobre Serviços): para empresas que empresas que prestam serviços;

h.             IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados): para indústrias.

Conforme a Lei Complementar Federal nº 123/2006, as alíquotas do Simples Nacional variam de acordo com as tabelas I a VI, dependendo das atividades exercidas e da receita bruta auferida pelo negócio. No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo Simples Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade, os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de meses de atividade no período. Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo a atividade conceder benefícios tributários para o ICMS (desde que a atividade seja tributada por esse imposto), a alíquota poderá ser reduzida conforme o caso. a esfera Federal poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou COFINS.

Se a receita bruta anual não ultrapassar R$ 81 mil, o empreendedor poderá optar pelo registro como Microempreendedor Individual (MEI), desde que ele não seja dono ou sócio de outra empresa e tenha até um funcionário. Para se enquadrar no MEI, sua atividade deve constar na tabela da Resolução CGSN nº 94/2011 - Anexo XIII (http://www.portaldoempreendedor.gov.br/legislacao/resolucoes/arquivos/ANEXO_XIII.pdf)

Neste caso, os recolhimentos dos tributos e contribuições serão efetuados em valores fixos mensais conforme abaixo:

I)                   Sem empregado

a.       5% do salário mínimo vigente - a título de contribuição previdenciária

b.      R$ 1 de ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias (para empresas de comércio e indústria)

c.       R$ 5 de ISS – Imposto sobre Serviços (para empresas de prestadoras de serviços)

II)                Com um empregado (o MEI poderá ter um empregado, desde que ele receba o salário mínimo ou piso da categoria)

2.      O empreendedor recolherá mensalmente, além dos valores acima, os seguintes percentuais:

a.       Retém do empregado 8% de INSS sobre a remuneração;

b.      Desembolsa 3% de INSS patronal sobre a remuneração do empregado.

 

b)                 Empresas que não podem optar pelo Simples.

De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional - Resolução CGSN nº 119, de 19 de dezembro de 2014 – estas atividades não podem ser optantes pelo Simples: (http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/Legislacao/Resolucao/2011/ResolucaoCGSN/Anexo_VI_Resolucao_CGSN_94.doc).

 Recomendamos que o empreendedor consulte sempre um contador, para que ele o oriente sobre o enquadramento jurídico e o regime de tributação mais adequado ao seu caso.

III – 21.4.4.2.3.4.18. Eventos.

O empreendedor deve estar sempre em contato com as entidades e associações da área para obter informações sobre os eventos que irão ocorrer. Eventos como feiras, rodada de negócios, congressos, etc., são muito importantes para o empresário ficar por dentro das tendências de mercado, conhecer novos produtos e tecnologias, realizar parcerias e fazer bons negócios.

Onde procurar: www.ubrafe.org.br; www.expofeiras.gov.br e ainda no Catálogo Brasileiro de Exposições e Feiras, disponível na internet.

Alguns eventos importantes:

3.             Congresso Brasileiro da Indústrias de Água Mineral

4.             http://www.abinam.com.br/home.php

5.             APAS - Congresso e Feira de Negócios em Supermercados

6.             http://feiraapas.com.br

7.             Contato: secretaria@eventosapas.com.br

8.             EXPOSUPER - Feira de Produtos, Serviços e Equipamentos para Supermercados

9.             http://www.exposuper.com.br

10.         Contato: acats@acats.com.br

11.         FISPAL TECNOLOGIA - Feira Internacional de Processos, Embalagens e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas

12.         http://www.fispaltecnologia.com.br

13.         Contato: comercial@fispaltecnologia.com.br

III – 21.4.4.2.3.4.19. Normas Técnicas.

Apresentamos a seguir algumas normas técnicas definidas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, relacionadas às atividades de engarrafamento de água mineral:

1.         •ABNT NBR 14222*: Embalagem plástica para água mineral e de mesa - Garrafão retornável - Requisitos e métodos de ensaio;

2.         •ABNT NBR 14328*: Embalagem plástica para água mineral e de mesa - Tampa para garrafão retornável - Requisitos e métodos de ensaio;

3.         •ABNT NBR 14637*: Embalagem plástica para água mineral e de mesa - Garrafão retornável - Requisitos para lavagem, enchimento e fechamento;

4.         •ABNT NBR 14638*: Embalagem plástica para água mineral e de mesa - Garrafão retornável - Requisitos para distribuição.

·           Essas e outras normas técnicas relacionadas podem ser encontradas no site da ABNT em parceria com o SEBRAE: http://www.abntnet.com.br/sebrae/.

5.         Outras normas e resoluções da ANVISA relativas à atividade:

6.         •Resolução 36/90: água potável e purificada adicionada de sais: É utilizada para água mineral ou potável de mesa apenas para definir o limite máximo permitido para substâncias não especificadas na legislação específica;

7.         •RESOLUÇÃO 54/2000 - Água Mineral e Potável de Mesa: dispõe sobre os critérios e limites máximos de microbiológicos e de microorganismos por 100ml de água;

8.         •RESOLUÇÃO 309/99: Água Purificada Adicionada de Sais: dispõe sobre os limites máximos de substâncias como cálcio, ferro, magnésio, potássio e sódio, dentre outros, por 200ml de água mineral.

Outras normas e resoluções do Ministério de Minas e Energia e DNPM, relativas à atividade:

1.        •Código de Águas Minerais Decreto Lei Nº 7.841, de 8 de agosto de 1945;

2.        •Código de Mineração - Decreto Lei n° 227, de 28 de fevereiro de 1967;

3.        •Portaria n.º 117/72-DNPM - Estudo "in loco" de fontes de Águas Minerais ou potáveis de mesa como condição indispensável à aprovação do Relatório Final de Pesquisa;

4.        •Portaria n.º 805/78-MME/MS - Estabelece instruções em relação ao controle e fiscalização sanitária das águas minerais destinadas ao consumo humano;

5.        •Portaria nº 159/96-DNPM - Importação e Comercialização de Água Mineral;

6.        •Portaria n.º 222/97-DNPM - Especificações Técnicas para o Aproveitamento de Águas Minerais e Potáveis de Mesa;

7.        •Portaria n.º 231/98-DNPM - Regulamenta as Áreas de Proteção das Fontes de Águas Minerais;

8.        •Portaria nº 470/99 - MME - Dispõe sobre as características básicas dos rótulos das embalagens de águas minerais e potáveis de mesa;

9.        •Portaria n.º 56/99 - DNPM - Modelos de Formulários do Relatório Anual de Lavra;•Manual para Elaboração de Relatório Final de Pesquisa de Água Mineral e Potável de Mesa/94 - DNPM;

10.    •Desinfecção em Captações e Instalações de Envasamento de Água Mineral /01 DNPM/PE;

11.    •Testes de Bombeamento objetivando o Aproveitamento de Águas Minerais em Meio Poroso/01 DNPM/PE.

Outras normas e resoluções do Ministério da Saúde, ANVISA e Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, relativas à atividade:

1.             Resolução RDC nº 173, de 13/09/2006, DOU de 15/09/2006 (Agência de Vigilância Sanitária) - Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Industrialização e Comercialização de Água Mineral Natural e de Água Natural e a Lista de Verificação das Boas Práticas para Industrialização e Comercialização de Água Mineral Natural e de Água Natural;

2.             •Resolução RDC nº 273, de 22/09/2005, DOU 23/09/2005 (Agência de Vigilância Sanitária) - "Regulamento Técnico para Misturas para o Preparo de Alimentos e Alimentos Prontos para o Consumo";

3.             •Resolução RDC nº 274, de 22/09/2005, DOU 23/09/2005 (Agência de Vigilância Sanitária) - "Regulamento Técnico para Águas Envasadas e Gelo";

4.             •Resolução RDC nº 275, de 22/09/2005, DOU 23/09/2005 (Agência de Vigilância Sanitária) - "Regulamento Técnico de Características Microbiológicas para Água Mineral Natural e Água Natural";

5.             •Resolução RDC nº 278, de 22/09/2005, DOU 23/09/2005 (Agência de Vigilância Sanitária) - Aprova as categorias de Alimentos e Embalagens Dispensados e com Obrigatoriedade de Registro;

6.             •Portaria MS nº 1469/00 Secretária de Vigilância Sanitária; estabelece os procedimentos e responsabilidades Relativos ao Controle e Vigilância da Qualidade da Água, para Consumo Humano e seu Padrão de Potabilidade, e dá outras providências;

7.             •Resolução/CONAMA nº 009/90 - Requerer ao Órgão Ambiental competente a licença de Operação para Pesquisa Mineral.

 

 

III – 21.4.4.2.3.4.20. Glossário.

AFLUENTE: curso ou volume de água que contribui para aumentar outro, no qual desemboca.

ÁGUA MINERAL: água que é proveniente de fontes naturais ou artificiais e que possui características químicas, físicas ou físico-químicas que lhes conferem propriedades terapêuticas. Para receber esta classificação, a água não pode passar por nenhum tipo de tratamento.

ÁGUA SUBTERRÂNEA: em geologia considera-se água subterrânea toda aquela água que ocupa todos os vazios de uma formação geológica. Nem toda água que está embaixo da terra é considerada como água subterrânea por haver uma distinção daquela que ocupa o lençol freático, que é chamada de água de solo e tem maior interesse para a agronomia e botânica. Um maciço rochoso ou um solo argiloso pode servir de leito para as águas subterrâneas, pois permitem que ela se acumule e elimine todos os espaços vazios do solo.

BOMBEAMENTO: o bombeamento é a extração de água de um lençol freático ou poço artesiano, no qual a bomba d’água bombeia a mesma por meio de tubulação adequada, transferindo-a para um reservatório.

FILTRAÇÃO: Processo físico que objetiva a separação de sólidos de um meio líquido. Consiste na passagem de um líquido através de um meio poroso e permeável, capaz de reter as partículas sólidas.

HIDROLOGIA: ciência que estuda a ocorrência, distribuição e movimentação da água no planeta Terra. A definição atual deve ser ampliada para incluir aspectos de qualidade da água, ecologia, poluição e descontaminação.

LICENCIAMENTO AMBIENTAL: procedimento no qual o poder público, representado por órgãos ambientais, autoriza e acompanha a implantação e a operação de atividades, que utilizam recursos naturais ou que sejam consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras. A licença ambiental é um documento com prazo de validade definido.

LICENÇA PRÉVIA (LP): é a primeira etapa do licenciamento, em que o órgão responsável de fiscalização avalia a localização e a concepção do empreendimento, atestando a sua viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos para as próximas fases. Nesta etapa, são definidos todos os aspectos referentes ao controle ambiental dos empreendimentos. De início o órgão licenciador determina se a área sugerida para a instalação é tecnicamente adequada. A LP tem um prazo máximo de validade de 1 ano.

LICENÇA DE INSTALAÇÃO (LI):uma vez detalhado o projeto inicial e definidas as medidas de proteção ambiental, deve ser requerida a Licença de Instalação (LI), cuja concessão autoriza o início da construção do empreendimento e a instalação dos equipamentos. A execução do projeto deve ser feita conforme o modelo apresentado. Qualquer alteração na planta ou nos sistemas instalados ou nos processos de beneficiamento deve ser formalmente enviada ao órgão licenciador para avaliação. A LI tem um prazo de validade máximo de até 2 anos.

LICENÇA DE OPERAÇÃO (LO): a licença de operação autoriza a atividade. Essa deve ser requerida quando a empresa estiver edificada e após a verificação da eficácia das medidas de controle ambiental estabelecidas nas condicionantes das licenças anteriores. Nas restrições da LO, estão determinados os métodos de controle e as condições de operação. A LO tem um prazo de validade máximo de até 2 anos. A LO deve ser requerida quando o empreendimento estiver instalado e pronto para operar (licenciamento preventivo).

PISTONEAMENTO: passagem de êmbolo para provocar pressão negativa no interior do poço. Serve para desobstruir filtros e zonas de produção de água.

POÇO ARTESIANO: refere-se à água que emerge, sob pressão natural, acima do aquífero que a contém. Diz-se dos poços que produzem água espontaneamente, também chamados de “jorrantes”. PH: o pH refere-se a uma medida que indica se uma solução líquida é ácida (pH 7), neutra (pH = 7), ou básica/alcalina (pH 7). Uma solução neutra só tem o valor de pH = 7 à 25 °C, o que implica variações do valor medido conforme a temperatura.

SAIS MINERAIS: os minerais são nutrientes com função plástica e reguladora do organismo. É necessário ingerir cálcio e fósforo em quantidades suficientes para a constituição do esqueleto e dos dentes. Outros minerais, como o iodo e o flúor, apesar de serem necessários apenas em pequenas quantidades, previnem o aparecimento de doenças como a cárie dentária e o bócio. Uma alimentação pobre em ferro provoca anemia (falta de glóbulos vermelhos no sangue). O excesso de sódio, provocado pela ingestão exagerada de sal, aumenta o risco de doenças cardiovasculares e é um dos responsáveis pela hipertensão.

TOPOGRAFIA: topografia (do idioma grego topos, lugar, região, e graphein, descrever: "descrição de um lugar") é a ciência que estuda todos os acidentes geográficos, definindo a situação e a localização deles pode ficar em qualquer área. Tem a importância de determinar analiticamente as medidas de área e perímetro, localização, orientação, variações no relevo, etc e ainda representá-las graficamente em cartas (ou plantas) topográficas.

LENÇOL FREÁTICO: lençol freático (do grego phréar + atos, significa "reservatório de água", "cisterna") é o nome dado à superfície que delimita a zona de saturação da zona de aeração, abaixo da qual a água subterrânea preenche todos os espaços porosos e permeáveis das rochas ou dos solos ou ainda de ambos ao mesmo tempo. A ciência que estuda o escoamento subterrâneo e o escoamento superficial da água na natureza é a Hidrologia.

VASILHAME: recipiente destinado ao acondicionamento de líquido. Vasilha.

VAZÃO: é o volume de água produzido por uma fonte em uma unidade de tempo.

VAZÃO ESPECÍFICA: vazão extraída para cada unidade de rebaixamento do nível de água (m³/h/m).

III – 21.4.4.2.3.4.21.  Dicas de Negócio.

Para a abertura e operação de um negócio de Engarrafamento de Água Mineral, o empresário deve realizar uma pesquisa prévia sobre:

c)      Concorrentes locais;

d)     Mercado consumidor: características do público a ser atingido, como preferências por marcas e produtos, poder aquisitivo, pontos de fluxo de pessoas, períodos do ano de maior consumo, etc.;

e)      Possíveis pontos de venda;

f)       Meios viáveis de divulgação.

O empreendedor deverá estar sempre atento às condições de higiene de suas instalações, tanto na área de produção como estoques e veículos de transporte.

Um bom acompanhamento de mercado, com monitoramento de concorrentes, de tendências do setor, inovações de produtos e participação em feiras e eventos, trazem ferramentas valiosas para a determinação de estratégias para o negócio.

III – 21.4.4.2.3.4.22.  Características Específicas do Empreendedor.

Algumas das características importantes para o empreendedor no ramo de engarrafamento de água mineral são:

a.       Boa capacidade analítica, para observar as normas técnicas necessárias no setor de atuação;

b.      Capacidade de negociação, para o estabelecimento de negócios e parcerias em geral, sempre com foco em vendas, redução de custos e ampliação do negócio;

c.       Sociabilidade e liderança, para saber lidar com seus funcionários e motivá-los para apresentarem um bom nível de produtividade;

d.      Senso de limpeza e higiene, para obedecer às normas do setor e evitar problemas de fiscalização e não conformidades internas;

e.       Senso de organização e objetividade, para poder controlar e administrar a empresa de forma eficiente;

f.       Boa capacidade de administração do tempo, para priorizar as ações mais importantes e imediatas para sua empresa.

Além disso, é importante que o empreendedor tenha aptidão para o negócio e vontade de aprender buscando informações em centros tecnológicos, cursos, livros e revistas especializadas ou junto a pessoas que atuam na área.

É importante ressaltar que pesquisando e observando seus concorrentes, conhecendo bem o gosto de seus clientes, o empreendedor conseguirá desenvolver novos projetos e novos produtos para aumentar o seu mercado consumidor.

III – 21.4.4.2.3.4.23. Fonte de Recurso.

Provido de recursos federais, os recursos geridos pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) destinam-se ao financiamento de investimentos de longo prazo e, de forma complementar, capital de giro ou custeio. A contratação e a liberação dos recursos são feitas mediante diversos bancos comerciais, bancos de investimento e bancos múltiplos. Como exemplos de instituições repassadoras, citam-se: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bancos estaduais, Bancos de desenvolvimento regionais, Banco Santander, Bradesco, Itaú, entre outros.

Dentre os principais programas de financiamento disponíveis à maioria dos empreendimentos, destacam-se:

1.      - BNDES Finame: financiamento para produção e aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional;

2.      - BNDES Automático: financiamento a projetos gerais de investimento (equipamentos, obras civis, capital de giro etc.);

3.      - BNDES: Investimentos: Aporte maior que o automático, faz financiamento a projetos gerais de investimento (equipamentos, obras civis, capital de giro etc.),

4.      - BNDES: Inovação financiamento a projetos inovadores (equipamentos, obras civis, capital de giro etc.),

Para aquisição de mais informações, consultar o site do BNDES.

O empreendedor pode buscar junto às agências de fomento linhas de crédito que possam ser utilizadas para ajudá-lo no início do negócio. Algumas instituições financeiras também possuem linhas de crédito voltadas para o pequeno negócio e que são lastreadas pelo Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), em que o Sebrae pode ser avalista complementar de financiamentos para pequenos negócios, desde que atendidas alguns requisitos preliminares.

Maiores informações podem ser obtidas na página do Sebrae na web: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/fundo-de-aval-do-sebrae-oferece-garantia-para-ospequenos-negocios,ac58742e7e294410VgnVCM2000003c74010aRCRD

III – 21.4.4.2.3.4.24. Planejamento Financeiro.

Ao empreendedor não basta vocação e força de vontade para que o negócio seja um sucesso.

Independentemente do segmento ou tamanho da empresa, necessário que haja um controle financeiro adequado que permita a mitigação de riscos de insolvência em razão do descasamento contínuo de entradas e saídas de recursos. Abaixo, estão listadas algumas sugestões que auxiliarão na gestão financeira do negócio:

III – 21.4.4.2.3.4.24.1 - FLUXO DE CAIXA.

O controle ideal sobre as despesas da empresa é realizado por meio do acompanhamento contínuo da entrada e da saída de dinheiro através do fluxo de caixa. Esse controle permite ao empreendedor visão ampla da situação financeira do negócio, facilitando a contabilização dos ganhos e gestão da movimentação financeira.

A medida que a empresa for crescendo, dificultando o controle manual do fluxo de caixa, tornando difícil o acompanhamento de todas as movimentações financeiras, o empreendedor poderá investir na aquisição de softwares de gerenciamento.

III – 21.4.4.2.3.4.24.2 -  PRINCÍPIO DA ENTIDADE.

O patrimônio da empresa não se mistura com o de seu proprietário. Portanto, jamais se deve confundir a conta pessoal com a conta empresarial, isso seria uma falha de gestão gravíssima que pode levar o negócio à bancarrota. Ao não separar as duas contas, a lucratividade do negócio tende a não ser atingida, sendo ainda mais difícil reinvestir os recursos, gerados pela própria operação. É o caminho certo para o fracasso empresarial.

III – 21.4.4.2.3.4.24.3 - DESPESAS.

O empreendedor deve estar sempre atento para as despesas de rotina como água, luz, material de escritório, internet, produtos de limpeza e manutenção de equipamentos. Embora pequenas, o seu controle é essencial para que não reduzam a lucratividade do negócio.

III – 21.4.4.2.3.4.24.4 - RESERVAS/PROVISÕES.

Esse recurso funcionará como um fundo de reserva, o qual será composto por um percentual do lucro mensal - sempre que for auferido. Para o fundo de reserva em questão, poderá ser estabelecido um teto máximo. Quando atingido, não haverá necessidade de novas alocações de recursos, voltando a fazê-las apenas no caso de recomposição da reserva utilizada. Esse recurso provisionado poderá ser usado para cobrir eventuais desembolsos que ocorram ao longo do ano.

III – 21.4.4.2.3.4.24.5 -  EMPRÉSTIMOS.

Poderão ocorrer situações em que o empresário necessitará de recursos para alavancar os negócios. No entanto, não deverá optar pela primeira proposta, mas estar atento ao que o mercado oferece, pesquisando todas as opções disponíveis. Deve te cuidado especialmente com as condições de pagamento, juros e taxas de administração. A palavra-chave é renegociação, de forma a evitar maior incidência de juros.

III – 21.4.4.2.3.4.24.6 - OBJETIVOS.

Definidos os objetivos, deve-se elaborar e implementar os planos de ação, visando amenizar erros ou definir ajustes que facilitem a consecução dos objetivos financeiros estabelecidos.

III – 21.4.4.2.3.4.24.7 - UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES.

As novas tecnologias são de grande valia para a realização das atividades de gerenciamento, pois possibilitam um controle rápido e eficaz. O empreendedor poderá consultar no mercado as mais variadas ferramentas e escolher a que mais adequada for a suas necessidades.

III – 21.4.4.2.3.4.25 - Produtos e Serviços – Sebrae.

Aproveite as ferramentas de gestão e conhecimento criadas para ajudar a impulsionar o seu negócio. Para consultar a programação disponível em seu estado, entre em contato pelo telefone 0800 570 0800.

Confira as principais opções de orientação empresarial e capacitações oferecidas pelo Sebrae:

Cursos online e gratuitos - http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cursosonline

Para desenvolver o comportamento empreendedor.

Empretec - Metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU) que proporciona o amadurecimento de características empreendedoras, aumentando a competitividade e as chances de permanência no mercado: http://goo.gl/SD5GQ9

Para quem quer começar o próprio negócio.

As soluções abaixo são uteis para quem quer iniciar um negócio. Pessoas que não possuem negócio próprio, mas que querem estruturar uma empresa. Ou pessoas que tem experiência em trabalhar por conta própria e querem se formalizar.

Plano de Negócios - O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o ramo, os produtos e os serviços a serem oferecidos, além de clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos, construindo a viabilidade da ideia e na gestão da empresa: http://goo.gl/odLojT

III – 21.4.4.2.3.4.25.1 - Para quem quer inovar.

Ferramenta Canvas online e gratuita - A metodologia Canvas ajuda o empreendedor a identificar como pode se diferenciar e inovar no mercado: https://www.sebraecanvas.com/#/

Sebraetec - O Programa Sebraetec oferece serviços especializados e customizados para implantar soluções em sete áreas de inovação: http://goo.gl/kO3Wiy

ALI - O Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) é um acordo de cooperação técnica com o CNPq, com o objetivo de promover a prática continuada de ações de inovação nas empresas de pequeno porte: http://goo.gl/3kMRUh

III – 21.4.4.2.3.4.25.2 - Para quem busca informações.

Informações mercadológicas e sobre negócios são imprescindíveis na tomada de decisão, Nos sites abaixo encontrarão muitas respostas.

https://sebraeinteligenciasetorial.com.br/

https://datasebrae.com.br/

http://sebraemercados.com.br/sim/

III – 22. – Iconografia Contextualizada.

III – 23. – Site direcionado para o Curso.

https://www.vanagua.com.br/videos/

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III -24. – Referência Constitucional ao meio ambiente.

Presidência da República - Casa Civil - Subchefia para Assuntos Jurídicos

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

PREÂMBULO

Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

TÍTULO I

Dos Princípios Fundamentais

  Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I - a soberania;

II - a cidadania;

III - a dignidade da pessoa humana;

IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;         (Vide Lei nº 13.874, de 2019)

V - o pluralismo político.

Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

  Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

  Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II - garantir o desenvolvimento nacional;

III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

  Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

I - independência nacional;

II - prevalência dos direitos humanos;

III - autodeterminação dos povos;

IV - não-intervenção;

V - igualdade entre os Estados;

VI - defesa da paz;

VII - solução pacífica dos conflitos;

VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

X - concessão de asilo político.

Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.

TRATO CONEXO DO ASSUNTO AQUI ABORDADO, NESTE CAPÍTULO III.

CAPÍTULO VI

DO MEIO AMBIENTE

  Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.

§ 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:

I - preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas;         (Regulamento)

II - preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético;         (Regulamento)   (Regulamento)  (Regulamento)   (Regulamento)

III - definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção;         (Regulamento)

IV - exigir, na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade;         (Regulamento)

V - controlar a produção, a comercialização e o emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente;         (Regulamento)

VI - promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente;

VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.         (Regulamento)

VIII - manter regime fiscal favorecido para os biocombustíveis destinados ao consumo final, na forma de lei complementar, a fim de assegurar-lhes tributação inferior à incidente sobre os combustíveis fósseis, capaz de garantir diferencial competitivo em relação a estes, especialmente em relação às contribuições de que tratam a alínea "b" do inciso I e o inciso IV do caput do art. 195 e o art. 239 e ao imposto a que se refere o inciso II do caput do art. 155 desta Constituição.   (Incluído pela Emenda Constitucional nº 123, de 2022)

VIII - manter regime fiscal favorecido para os biocombustíveis e para o hidrogênio de baixa emissão de carbono, na forma de lei complementar, a fim de assegurar-lhes tributação inferior à incidente sobre os combustíveis fósseis, capaz de garantir diferencial competitivo em relação a estes, especialmente em relação às contribuições de que tratam o art. 195, I, "b", IV e V, e o art. 239 e aos impostos a que se referem os arts. 155, II, e 156-A.        (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023)

§ 2º Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente, na forma da lei.

§ 3º As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.

§ 4º A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais.         (Regulamento)         (Regulamento)

§ 5º São indisponíveis as terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por ações discriminatórias, necessárias à proteção dos ecossistemas naturais.

§ 6º As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que não poderão ser instaladas.

§ 7º Para fins do disposto na parte final do inciso VII do § 1º deste artigo, não se consideram cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais, conforme o § 1º do art. 215 desta Constituição Federal, registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, devendo ser regulamentadas por lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos.         (Incluído pela Emenda Constitucional nº 96, de 2017)

 

 

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